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Objetivo Desporto

O sucesso estendeu-se ao domínio das audiências televisivas. Veja-se que o jogo entre Braga e Benfica (1-3) foi o programa mais visto na manhã de sábado passado, nas televisões por cabo em Portugal. Teve uma audiência média de 96 mil pessoas e um 'share' de 5,6 por cento.

É incompreensível que a Autoridade da Concorrência tenha permitido que o antigo monopólio da Olivedesportos, depois participado pela NOS, se tivesse transformado num oligopólio em que se juntam também a Altice (MEO) e a Vodafone

A Croácia não estudou devidamente a final do último Europeu, ganho por Portugal. Preferiu a franqueza ao cinismo. Assumiu a posse de bola e deu espaço à França. A final teria tido outra qualidade, e mais equilíbrio, com a Bélgica ou o Brasil, as outras duas melhores equipas da prova

Com o treinador Tite, o grande reforço, a equipa do Brasil juntou a força à fantasia, colocou a organização a sustentar a classe do seu trio de luxo: Neymar, Coutinho, Willian. Ataca e defende. Não há maior candidato à vitória

O dia foi marcado por dois grandes jogadores do Paris-Saint Germain. Mbappé, uma estrela em ascensão acelerada, destroçou a Argentina pela velocidade e potência; Cavani, um lutador contrastado, derrotou Portugal pela força e capacidade de concretização. O resultado foi que Messi e Cristiano Ronaldo voltam a casa no mesmo dia

O que é possível é complementar William com um João Moutinho menos castigado fisicamente (descansou no último jogo) e outros dois futebolistas que rendam, finalmente, o que valem: Bernardo Silva e João Mário. Se isso acontecer, a seleção terá outro nível

O Bélgica-Inglaterra seria um grande duelo em quaisquer outras circunstâncias. Mas com as duas equipas com seis pontos, empatadas também em todos os critérios, foi um bocejo. A verdade é que nenhuma das duas fazia questão em ganhar o Grupo F e ir para o lado já chamado de "quadro da morte"

Tirando Kroos e o desgastado Thomas Müller, do meio-campo para a frente acabaram as referências com a reforma de Lahm e Schweinsteiger. Ou seja, está na hora de mexer com profundidade no quadro habitual de jogadores. Talvez, até, de debater Löw