Axpo “otimista” com o negócio em Portugal. Avança com €1M em apoio a clientes afetados pela Covid-19

Com uma larga experiência no setor energético, a Axpo soma já 11 anos desde a sua entrada no mercado português. As renováveis, a sustentabilidade e a eficiência são pontos-chave para o futuro e a empresa já lançou linha de apoio às PMEs afetadas pelo coronavírus.

 

Uma das empresas mais antigas do setor energético europeu entrou no mercado português em 2009, após a liberalização do mesmo. A Axpo surge na Suíça, há mais de 100 anos, e está hoje em mais de 30 mercados europeus. É em Lisboa que assentam escritórios e expetativas. Face à recente crise pandémica do novo coronavírus, a energética já anunciou uma linha no valor de um milhão de euros para apoiar os clientes cujo negócio seja diretamente afetado pelo SARS-CoV-2. A ambição é crescer, tanto cá como lá fora, e para isso apostam nas renováveis e em soluções de eficiência e gestão energética. Quem o garante é Ignacio Soneira, Diretor Geral da Axpo Iberia.

“O mercado português é atualmente uma parte muito importante da nossa atividade, especialmente no mercado energética onde há cada vez menos diferenças entre operadores e fornecedores. Há mais integração, nomeadamente ao nível do gás”, adianta o executivo, reforçando que “uma empresa que opera neste momento em Espanha tem interesse e faz sentido que opere noutro país vizinho, como Portugal, e vice-versa”.

O tecido empresarial português representa já a maioria das empresas com que a Axpo trabalha: “uma grande maioria consiste em PMEs”. No fundo deste sucesso está a confiança dos clientes, refere Ignacio Soneira.

“As empresas têm de confiar em nós para saber qual a melhor solução para os seus negócios e não nos interessa formalizar apenas um contrato, mas sim acompanhá-lo, personalizá-lo e torná-lo eficaz.”

A multinacional tem “neste momento mais clientes em Portugal do que em Espanha. Para referência, em Portugal trabalhamos com cerca de 20 mil pequenas e médias empresas”. No nosso país há mais de uma década como comercializadora de eletricidade para o setor empresarial, mas pretende daqui para a frente reforçar a sua presença no ecossistema das PMEs.

“Damos muita importância aos mercados locais, com uma visão global mas muito focados no local”, garante Ignacio Soneira, adiantando que “o que distingue a Axpo da concorrência é, por um lado, essa herança histórica e experiência profissional e, por outro, a nossa solidez financeira: comprovada e rara. Não esquecer que há empresas muito boas neste setor”.

“É evidente”, diz, que a liberalização do mercado energético abriu a todos “a possibilidade de servir essa energia”, mas reforça que a Axpo está “a avançar muito, estando presentes na maioria das necessidades energéticas de um cliente (gás, eletricidade, emissões e biomassa)” tanto no setor empresarial como privado, nomeadamente através da Goldenergy.

A área das emissões e sustentabilidade é hoje o foco de quase todas as empresas, aliadas a um esforço internacional nesse sentido, e a centenária energética não é exceção. “Somos uma empresa que promove a contratação de energia 100% renovável e temos experiência a nível europeu junto dos mercados das emissões e das garantias de origem”.

Portugal entra nesta aposta como uma chave essencial por se revelar como “um mercado importantíssimo nesse sentido, onde já formalizámos quatro PPAs (Power Purchase Agreements) com produtos de plantas fotovoltaicas”.

“É um setor que está a crescer muitíssimo e com um enorme potencial no país. Queremos sem dúvida aumentar o nosso portfólio de produtos nesta matéria”.

Energia em tempos de crise de saúde pública

A situação que o país e o mundo enfrentam não tem precedentes históricos comparáveis e afeta todas as áreas de negócio, de uma maneira ou de outra. Para a Axpo, a crise “será especialmente dura para as pequenas e médias empresas do nosso país. Elas são a coluna vertebral da nossa economia e atravessam um momento muito difícil, sobretudo as que se viram obrigadas a fechar os seus estabelecimentos, por tempo indeterminado, devido à crise da Covid-19″.

É neste sentido que a multinacional lança uma linha de apoio de um milhão de euros, com o objetivo de ajudar a fracionar o pagamento das faturas dos clientes que viram o seu negócio cessar com a declaração do estado de emergência. Poderão solicitar esta ajuda os clientes empresariais com tarifa BTN. No caso das empresas afetadas que tenham outro tipo de tarifa, será feito um estudo prévio do caso para atribuição deste apoio. O contacto para beneficar do apoio pode ser feito através do 800 834 008.

A medida entra no Plano de Ajudas para as pequenas e médias empresas afetadas pela crise e pretende também garantir o fornecimento energético dos negócios afetados para que as empresas possam retomar e manter a sua atividade produtiva.

Ignacio Soneiro, Diretor Geral da Axpo Iberia

Além das crises repentinas externas ao mesmo, no setor energético existem sempre grandes desafios, nomeadamente “grandes mudanças regulatórias, que voltarão sempre a surgir”. Mas o Diretor Geral da Axpo Iberia mostra-se otimista e pronto para enfrentar uma etapa “especialmente interessante, com o aumento do serviço de autoconsumo”.

Modelos destes permitiriam reinventar grelhas de produção e repartição de energia de forma a evitar que se desperdice energia produzida de forma renovável e teriam benefícios claros tanto para gestores como para os clientes.

“O grande desafio que todos temos neste momento é de inovar e tentar desenhar novas fórmulas de consumo de energia: uma que seja renovável e positiva para o ambiente.”

A empresa não se acanha de elogiar Portugal, tanto os clientes como os reguladores, onde vê um potencial para “franco crescimento” em determinadas áreas e um otimismo confiante.

“Sou muito otimista quanto à nossa atividade em Portugal”, remata o executivo, mostrando vontade de formalizar ainda mais contratos a longo prazo com produtores nacionais e de poder “ministrar essa energia aos nossos clientes empresariais e domésticos”.

 

 

Este conteúdo patrocinado foi produzido em colaboração com a Axpo.

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