Nos últimos 50 anos, a participação das mulheres no mercado de trabalho aumentou exponencialmente. E é a essa transformação – a taxa de atividade aumentou para mais do dobro entre 1970 e os últimos anos, segundo o Banco de Portugal –, que o progresso no estatuto social das mulheres muito deve.
Mas há barreiras e desafios que, não anulando de maneira alguma os avanços socioeconómicos alcançados nas últimas décadas do século XX, persistem em 2026 e deixam claro que a maior parcela da população portuguesa está mais exposta a desigualdades salariais, precariedade e outras fragilidades laborais.
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