AICCOPN promove debate sobre novo regime de requalificação de edifícios

Manuel Reis Campos, presidente da associação, presidirá à sessão de abertura do seminário que se vai realizar hoje, dia 28 de novembro, no Porto.

A AICCOPN – Associação dos Industriais da Construção Civil e das Obras Públicas vai debater hoje, dia 28 de novembro, o novo regime de requalificação dos edifícios, num seminário que irá decorrer na sede da associação, no Porto.

Este seminário é uma iniciativa promovida pela AICCOPN, pela FEUP – Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, pelo Instituto da Construção e pelo Laboratório de Física das Construções, tendo como objetivo visa apresentar as principais alterações introduzidas pelo novo regime.

“Em debate estarão os princípios fundamentais da reabilitação de edifícios e frações autónomas e as alterações introduzidas nos domínios regulamentares das exigências funcionais, acessibilidade, segurança estrutural, segurança contra incêndios, comportamento acústico e comportamento térmico e eficiência energética”, destaca um comunicado da AICCOPN.

O presidente da AICCOPN, Manuel Reis Campos, integra, juntamente com Raimundo Mendes da Silva, coordenador do ‘Projeto Reabilitar como Regra’, e Vasco Peixoto de Freitas, Diretor do LFC/FEUP, a sessão de abertura do evento.

Os restantes painéis contam ainda, para além dos oradores já referidos, com as intervenções de Miguel Gonçalves, professor da FEUP e especialista SCIE (segurança contra incêndios em edificios); Humberto Varum, professor da FEUP e especialista em Estruturas; e Rui Calejo, professor da FEUP e especialista em Acústica.

Recvorde-se que “o Decreto-Lei n.º 95/2019, de 18 de julho, estabeleceu o regime aplicável à reabilitação de edifícios ou frações autónomas”, snedo de notar que que “o novo regime operou uma revisão do enquadramento legal da construção, com vista a adequá-lo às exigências e especificidades da reabilitação de edifícios”.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ler mais
Recomendadas

PremiumMercado moçambicano em alta no grupo Mota-Engil

Moçambique já é o segundo maior mercado da Mota-Engil em África, depois de Angola. No primeiro semestre de 2019, a faturação mais que duplicou.

PremiumMota-Engil deverá ganhar mil milhões com projetos de gás natural em Moçambique

Um estudo reservado da consultora Nau Securities prevê que o EBITDA da construtora nacional neste país possa ser crescer em 30% nos próximos cinco anos devido aos contratos estimados nesta área.

Caixa BI escolhe Mota, REN, Sonae e Sonae Capital como ‘top picks’ para 2020

O banco de investimento da CGD antevê um 2020 positivo para o PSI 20, com uma subida potencial de 13% alimentada pelas pares na Europa e nos EUA e o menor risco-país de Portugal. Sobre as favoritas: a Mota-Engil vai ganhar com expansão internacional, a REN é um porto seguro, a Sonae tem vários pontos de ganhos e a Sonae Capital está exposta a muitas oportunidades.
Comentários