Albuquerque anuncia manutenção das restrições contra a Covid-19 e diz “não querer saber” das medidas tomadas no Continente

O presidente do Governo da Madeira disse que a sua obrigação “é tomar as medidas no sentido de garantir que a Madeira é segura e que é um destino seguro”, reforçando “não querer saber” se “no Continente vão deixar de usar a máscara em setembro, se vão fazer o pino no Cais do Sodré”.

O presidente do Governo da Madeira, Miguel Albuquerque, reafirmou que vai manter medidas como o uso da máscara, o distanciamento social, e o encerramento dos estabelecimentos à meia noite e o recolher obrigatório entre a 1 e as 5 da madrugada. O governante deixou ainda um aviso. “Se no Continente vão deixar de usar a máscara em setembro, se vão fazer o pino no Cais do Sodré, eu não quero saber nada disso, a minha obrigação é tomar as medidas no sentido de garantir que a Madeira é segura e que é um destino seguro”, afirmou o líder do executivo madeirense.

“Nós temos um conjunto de medidas que tem dado resultado na contenção da pandemia. Temos adoptado medidas propostas pela Direção Regional da Saúde (DRS), adequando as medidas à realidade da nossa realidade. O objetivo é segurança, vivência normal, e funcionamento da economia, e mantermo-nos atrativos para quem nos visita”, disse Albuquerque.

O governante reforçou que desde o início da pandemia que a região tem adoptado uma “posição muito específica em função das nossas caraterísticas de densidade populacional, orografia, e população flutuante”.

Albuquerque disse que a região tem uma média de 37 mil pessoas entre flutuantes, são pessoas que durante a semana entram e saem. “Estamos com um fluxo de afluência turística muito elevado. Tivemos entre 1 e 22 de julho cerca de 82 mil pessoas”, referiu o governante.

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Segundo o líder socialista, “a realidade” é que, “em cada um dos concelhos, a escolha é sempre uma, ou é o PS e as coligações PSD/CDS-PP ou é o PS e a CDU”.

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