António Costa explicou, no final da visita à Entidade Nacional para o Setor Energético, que Portugal tem reservas de combustível para três meses. “O problema que temos não é falta de combustível no país“, disse, explicando: “É um problema de distribuição”.
Costa explicou ainda que apesar dos serviços mínimos ou da rede de emergência “os efeitos da greve vão sentir-se”. “A existência destas reservas estratégicas não resolvem o problema de cada um dos cidadãos”, acrescentou.
Em relação aos serviços mínimos, o governante afirmou que a melhor altura para fazer o balanço será “depois do início da greve e quando as entidades patronais comunicarem se estão ou não em condições de desempenhar os serviços mínimos”.
Após a visita, António Costa disse também aos jornalistas que haverá um conselho de ministros eletrónico “à hora que for necessário”. Desse modo, assim que for detetada uma situação de incumprimento, poder ser “decretada a requisição civil“.
O primeiro-ministro afirmou ainda que é “absolutamente fundamental que funcionem os serviços mínimos e que a rede de emergência estejam a funcionar”. No entanto, sublinhou, “é preciso estar preparado para o pior”.
