Autópsia conclui que Pedro Queiroz Pereira sofreu ataque cardíaco antes de cair

O corpo do empresário será transportado para Portugal nas próximas horas, prevendo-se que se realize ainda na terça-feira o velório e na quarta-feira o funeral, em Lisboa. Ainda não está decidido o local das cerimónias fúnebres, que deverão realizar-se ou na Basílica da Estrela ou no Mosteiro dos Jerónimos.

As conclusões preliminares da autópsia ao corpo do empresário Pedro Queiroz Pereira, que morreu no sábado em Ibiza, indicaram que este morreu de ataque cardíaco, disse à Lusa fonte oficial da Navigator.

A investigação da Polícia Nacional de Espanha à morte do empresário Pedro Queiroz Pereira, que morreu no sábado em Ibiza, foi já encerrada depois de a autópsia ter concluído por causas naturais da morte, disse à Lusa fonte oficial da Semapa.

Segundo a mesma fonte, a autópsia indicou que o empresário teve um ataque cardíaco após o qual caiu das escadas do iate. Já a agência de notícias EFE tinha adiantado a mesma informação com base em fontes policiais.

Já está determinado que a queda foi consequência do ataque cardíaco que sofreu na noite de sábado para domingo no iate em que passava férias em Ibiza, em Espanha.

Quanto ao transporte do corpo para Portugal, a fonte oficial do grupo industrial indicou que acontecerá nas próximas 12 horas, prevendo-se que se realize ainda na terça-feira o velório e na quarta-feira o funeral, em Lisboa.

Contudo, ainda não está decidido o local das cerimónias fúnebres, que deverão realizar-se ou na Basílica da Estrela ou no Mosteiro dos Jerónimos.

A morte do empresário Pedro Queiroz Pereira, no seu iate na ilha espanhola de Ibiza, foi investigada pela Polícia Nacional de Espanha, tal como disse no domingo à agência Lusa fonte desta corporação, que remeteu esclarecimentos para hoje.

Pedro Queiroz Pereira, um dos mais importantes empresários de Portugal, era dono da empresa de papel Navigator (antiga Portucel) e da cimenteira Secil. Morreu aos 69 anos, em Ibiza, onde passava regularmente férias.

Segundo a revista Exame, Pedro Queiroz Pereira era detentor de uma fortuna avaliada em 779 milhões de euros (em conjunto com a mãe), o que fazia dele o sétimo homem mais rico do país.

Acionista maioritário do grupo Semapa, Queiroz Pereira era proprietário da Navigator, mas também da cimenteira Secil e de negócios na área do ambiente e da energia

 (atualiza com o resultado da autópsia e com o regresso do corpo a Portugal)
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