InícioNotícia escrita porAdelino Costa Matos, Presidente da ANJE

Mesmo que a automação e robotização de processos na indústria atenuem a falta de jovens, o envelhecimento populacional pode agudizar um dos problemas estruturais da nossa economia: a produtividade.

Apesar das suas virtualidades, as nossas empresas inovadoras encontram-se ainda um pouco à margem das grandes operações de financiamento.

É fundamental atacar um dos principais problemas dos ‘business angels’ portugueses identificados pela APBA: a falta de escala internacional.

Portugal deve ser pragmático. Devemos não só promover o regresso dos emigrantes, mas também fomentar a sua participação ativa na vida do país, a partir do exterior.

Muitas PME tradicionais podem não ser disruptivas ou revolucionárias mas, no seu dia a dia, estão a introduzir mudanças na cadeia de valor para melhorar a performance empresarial.

Sem uma mudança de paradigma no ensino europeu, para incutir nas novas gerações uma cultura empreendedora, dificilmente algo irá mudar.

As empresas têm de operar mudanças nos seus modelos de gestão. Há que saber potenciar as competências digitais das novas gerações, assim como a facilidade com que estas acompanham as tendências.

É possível, no longo prazo, tornar Portugal apenas dependente deste tipo de energias de menor impacto ambiental.