InícioNotícia escrita porAna Pina

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Catarina de Albuquerque é a nova presidente executiva da SWA, uma parceria da ONU. Embora critique a falta de articulação dos governos na área do desenvolvimento, vê nas dificuldades desafios a superar para prosseguir a luta que sempre a moveu: defender os direitos humanos e diminuir as desigualdades.

A polémica lei que consagra Israel como nação judaica, "lar nacional" do povo judaico e o hebraico como única língua oficial, reforça o que o historiador israelita Ilan Pappé defende há muito: o governo israelita tem vindo a mudar o sistema para tomar decisões sem os problemas inerentes a um regime democrático.

Catarina de Albuquerque é a nova presidente executiva da SWA, uma parceria da ONU. Embora critique a falta de articulação dos governos na área do desenvolvimento, vê nas dificuldades desafios a superar para prosseguir a luta que sempre a moveu: defender os direitos humanos e diminuir as desigualdades.

A possibilidade de futuro passa por estarmos abertos ao imprevisível, afirma o filósofo italiano Franco Berardi. Entre alertas e críticas, diz-nos que a UE apenas tem contribuído para o empobrecimento sistemático dos europeus.

Conversa com o escritor Valter Hugo Mãe, ‘homem imprudentemente poético’ e nome incontornável da nova geração literária, em torno de preconceitos que persistem na nossa sociedade, da inteligência feminina e da Europa atual, que considera "assustadora".

60 anos depois, a ETA chega ao fim. A reconciliação ainda está por fazer, a convivência começa, quiçá, a dar os primeiros passos, o perdão, esse, tardará. Em entrevista, Fernando Aramburu, escritor basco radicado na Alemanha, destaca a importância da convivência social e da normalização política no País Basco, mas realça que “não é possível construir a convivência sem a memória”.

O que leva largas dezenas de adultos a encher uma sala de teatro para ver marionetas e formas animadas? A pergunta continua por responder ao fim de 18 edições do Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas de Lisboa – FIMFA Lx, que chega este ano à maioridade.

O escritor moçambicano esteve em Portugal para apresentar o seu último romance, “Gungunhana”, um relato ficcionado sobre a figura do imperador de Gaza e suas mulheres. Em entrevista ao Jornal Económico, Ungulani Ba Ka Khosa fala dos desafios do seu país e diz que a defesa da língua portuguesa em Moçambique só é possível mantendo as línguas nacionais. O português moçambicano será mais rico, defende.