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Ânia Ataíde
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Nelson de Souza: “A recuperação apenas pode passar pela promoção do investimento público”

O governante afirma que a recuperação da economia tem que passar pelo Estado, numa altura em que o setor privado está mais fragilidade. Nelson de Souza sublinhou ainda a disponibilidade do Governo para estudar um mecanismo para uma maior transparência da execução dos fundos europeus.

Verbas do SURE ficam disponíveis a partir de outubro, diz Costa

O primeiro-ministro adiantou que as verbas do instrumento da Comissão Europeia para apoiar empregos ficará disponível “a partir do próximo mês”. Programa garante 5,9 mil milhões de euros de Bruxelas de financiamento para Portugal, o montante proposto pelo ministério das Finanças.
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Investimento público dispara 52,4% no segundo trimestre

O investimento em equipamento hospitalar e material militar impulsionou a despesa do investimento público para 1.113,4 milhões de euros. É preciso recuar ao segundo trimestre de 2011 para encontrar um valor mais elevado num segundo trimestre de um ano do que aquele que foi registado entre abril e junho deste ano.

Cecília Meireles defende “descida cirúrgica de alguns impostos”

A centrista critica a criação de uma linha de crédito para financiar PME e profissionais liberais cumprirem as obrigações fiscais, defendendo em alternativa a descida “cirúrgica de alguns impostos”.

Jerónimo de Sousa diz que “grande capital” aguarda verbas de Bruxelas para “encher os bolsos à custa dos trabalhadores”

O secretário-geral do PCP considera que o plano que o Governo apresenta mantém as opções e orientações de política que “fragilizou ao longo dos anos” o país e defende a “valorização dos salários”.

Plano de Recuperação: Costa quer todos unidos para responder ao “triplo desafio” que o país enfrenta

Controlar a pandemia, recuperar Portugal e cuidar do futuro são os três desafios apontados pelo primeiro-ministro. Como resposta quer um Plano de Recuperação com a contribuição de “todas as forças políticas”, mas também dos parceiros sociais e autarquias, até porque não se pode regressar onde estávamos em fevereiro, é preciso “acelerar” o futuro, diz.
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