Autor
António Vasconcelos Moreira
amoreira@jornaleconomico.pt
Artigos

Filipe Almeida: “Filantropia está a evoluir de clássica para estratégica, orientada para projetos inovadores”

O presidente da iniciativa Portugal Inovação Social acredita que, num futuro próximo, só os negócios e as empresas que alinhem estrategicamente o seu propósito económico com o seu impacto social e ambiental serão sustentáveis.

“Um passo que nunca foi dado”. Trump enaltece acordo entre EUA e China assinado em Washington

“Assinámos a fase 1 do histórico acordo comercial entre os Estados Unidos e a China. Em conjunto estamos a corrigir os erros cometidos no passado”, frisou o presidente norte-americano, Donald Trump, na conferência de imprensa após a assinatura do acordo.

EDP e Jerónimo Martins colocam PSI-20 no ‘verde’

Por cá, a EDP e a Jerónimo Martins puxaram pelo principal índice nacional numa sessão com sete subidas, dez descidas,  enquanto a F. Ramada manteve-se inalterada. A energética liderada por António Mexia subiu 2,56%, estando a negociar nos 4,0390 euros. Já a retalhista, liderada por Pedro Soares dos Santos, avançou 3,66%, para 15,850 euros.
Bank of America

Bank of America lucrou mais de 29 mil milhões de dólares no ano passado

As receitas entre outubro e dezembro de 2019 caíram 1% face a igual período do ano anterior para 22,3 mil milhões de dólares, devido ao impacto do contexto das taxas de juro baixas, que tiveram impacto principalmente no segmento da banca de retalho, segmento de negócio em cujos lucros caíram 10% para 3,1 mil milhões de dólares.

Resultados do Goldman Sachs sofrem revés com ‘fatura’ em litígios

A provisão levou com a uma quebra de 22% no lucro por ação, que se fixou nos 4,67 dólares. Excluindo o seu efeito, que se deve ao escândalo com o fundo soberano da Malásia, 1MBD, o lucro por ação seria de 7.64 dólares, acima das estimativas da Refinitiv.

ISEG: Confiança da atividade económica continua abaixo dos níveis de setembro de 2010

Segundo os dados do ISEG, o índice de coniança da atividade económica portuguesa no curto-prazo está abaixo do valor 40 desde o ínicio de 2011, uma trajetória descendente que se intensificou até maio de 2013, em que caiu para o valores abaixo de 30. Desde então, o índice tem vindo a recuperar, tendo atingido um máximo dos últimos seis anos em setembro de 2018, mas ainda longe dos máximos registados em setembro de 2010, altura em que esteve com um valor superior a 40.
Ver mais artigos