Autor
Cátia Miriam Costa, Centro de Estudos Internacionais (ISCTE-IUL)
Artigos

A democracia é o aqui e o agora

A tão propalada pós-verdade não é mais que um sintoma desta vida em formato de corrida, em que se misturam factos reais e simulados, porque o tempo é pouco para aferir da veracidade ou lógica de cada novidade que nos aparece.

Sociedade em rede

Assim, indubitavelmente a voz do cidadão tornou-se mais audível, mas também possibilita mais distorção. As fontes de informação diversificaram-se e ficaram menos sujeitas a controlo, por códigos de conduta ou outros meios legais. Esta situação não é historicamente nova.

Quem tem medo da China?

A China tem conseguido desenvolver uma diplomacia adaptativa que não desafia o sistema internacional, nem perde energias em partes do mundo que não lhe interessam. Concentra-se naquilo que acredita ser essencial para o seu desenvolvimento.

Diplomacia em português

Num momento de novos alinhamentos, é determinante não esquecer a evolução dos laços históricos, os interesses convergentes e a possibilidade de solucionar divergências por negociação. Em português.

O ausente omnipresente

Mas porque vale a pena ainda se falar desta Cimeira, tanto tempo e tanta conversa depois? Talvez sim, porque existem presenças invisíveis que parecem ter escapado ao olhar mediático. Refiro-me à China esse protagonista ausente, mas sempre participante nesta cimeira.

A memória impressa

A imprensa periódica e a literatura permanecem, apesar da digitalização do conhecimento e da informação, como elementos essenciais do debate moderno e da construção da memória coletiva.
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