InícioNotícia escrita porEduarda Carvalho, Consultora

Há uma tendência que vemos hoje em sites internacionais de qualidade que tem um público bastante fiel e interessado: marcas que criam os seus próprios conteúdos, sem ser publicidade gratuita.

Na grande potência económica que são os Estados Unidos, não é só o nome Trump que está a ficar mais fraco, é o “made in USA”. Gigantes como Nike, Starbucks, Google ou Apple já tomaram posições contra as políticas de Trump, mas, pelos vistos, nada que se revele contra o presidente se mostra eficaz, nem mesmo o perder do seu próprio império.

Hoje interessa aos consumidores o posicionamento da marca sobre temas de relevância, como a sustentabilidade, o ambiente, os direitos humanos, os incentivos à natalidade, e tantos outros temas que nem sempre mexem com o nosso dia-a-dia, mas sim com a nossa vida e os nossos valores.

Se a coisa pegar com um simples e tosco ‘spot’, o Lidl terá a sua marca por aí numa moda que todos ambicionam, mas poucos conseguem.

Hoje respeito ainda mais as marcas, as grandes, mas sobretudo as pequenas. Porque a luta é maior e diária. Porque neste país tão pequeno fazem-se coisas fantásticas, que, todos os dias, me deixam boquiaberta.

É preciso mudar mentalidades e formas de estar: na vida, nas empresas, na sociedade. É tempo de pensarmos nos outros, de desviarmos o olhar do telemóvel e de vermos o mundo.

O envelhecimento não é um problema de resolução fácil, nem rápida. Não é um problema apenas de Portugal, mas é um problema que todos, sem exceção, temos de nos empenhar em resolver.

Será que os feiticeiros se viraram contra o feitiço que ajudaram a criar? Um grupo de ‘dissidentes’ de Silicon Valley promete fazer pressão a nível jurídico para restringir o poder das grandes empresas tecnológicas.