Autor
Eduardo Leite, Ph.D. em Gestão e Professor na Universidade da Madeira
Artigos

Os desafios da economia portuguesa e as reivindicações dos sindicatos

O mérito da recuperação de Portugal é, essencialmente, do povo português. Com efeito, uma vez mais na história, o povo manteve-se sereno perante a grave crise económica e financeira que assolou o país, sem evidenciar qualquer tipo de contestação social. Inclusive, não enjeitou emigrar e procurar noutros países, aquilo que Portugal, a espaços, não conseguiu dar.

Zeitgeist

Por outras palavras, trata-se de um quadro que se carateriza pela dinâmica científica e cultural, construindo uma boa reputação do país, contando com a colaboração de funcionários públicos diligentes e acesso facilitado a recursos, designadamente financeiros e recursos humanos qualificados, entre outros fatores.

Ato de contr(ad)ição

De facto, a vitalidade de qualquer mercado, depende, em muito, do investimento, especialmente privado. Apenas, assim se criam condições para o desenvolvimento e fortalecimento de uma economia independente.

Futebol: De fenómeno popular à cotação em bolsa

O futebol tem vindo a assumir uma importância crescente nas sociedades modernas, não apenas no plano desportivo, como social e, sobretudo, económico. Em função disso, o futebol tornou-se demasiado apetecível e disputado por vários segmentos da sociedade, com diferentes motivações.

Está tudo bem, só falta resolver a crise

Em função dessas políticas substancialmente diferentes no Norte e Sul da Europa, o orçamento por pessoa para a cultura no Sul da Europa é, ainda hoje, um sétimo do Norte do continente.

Cooperar para inovar: uma proposta tríplice

Esta proposta de desenvolvimento assenta particularmente bem às Regiões Ultraperiféricas Europeias (Rups), como o caso da Região Autónoma da Madeira. De facto, as Rups têm características que tornam a cooperação entre as universidades, as empresas e o governo uma estratégia de particular interesse. Por um lado, esta trilogia pode minimizar algumas insuficiências mais marcantes destas economias ultraperiféricas, designadamente: pequena dimensão; escassez de quadros superiores; insuficiência organizacional; e, mais grave, a subcapitalização e dependência externa dos diversos setores de atividade.
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