Autor
Eduardo Leite, Ph.D. em Gestão e Professor na Universidade da Madeira
Artigos

Os Direitos Humanos e os perigos da banalização do mal

Atualmente, a vivermos tempos sem precedentes provocados pela pandemia de covid-19, e face ao recrudescimento do populismo e das posições extremadas, a UNESCO solicitou aos governos do mundo que, particularmente este ano, se mobilizassem em iniciativas de reforço da memória, no combate ao esquecimento, negacionismo e antissemitismo, entre outras formas de segregação e violação dos Direitos Humanos.

Plano de Recuperação e Resiliência, uma Fé Utópica

Em termos concretos, nos próximos cinco anos e meio, teremos acesso a um volume ímpar de recursos a fundo perdido, 13.944 milhões de euros, aproximadamente 2,5 mil milhões de euros por ano, o que sendo excelente, é também um verdadeiro teste à nossa capacidade de realização coletiva.

Turismo: O desafio da superação

Certamente, o futuro do turismo caminhará lado a lado com a evolução da pandemia, mas a iniciativa não deve ficar confinada. O desenvolvimento de um boletim individual de vacinas digital, associado ao passaporte ou cartão de cidadão, poderá fazer renascer a esperança no relançamento da mobilidade das pessoas a nível mundial.

A estratégia da Unesco para os Small Island Developing States (SIDS) e o futuro da RAM

O covid-19 apresenta-se como a crise imediata da RAM, sendo que, na realidade, a mudança climática e de paradigma de desenvolvimento económico e social, assente na descarbonização e na formação de uma economia verde, são essenciais ao futuro da generalidade dos lugares do mundo, particularmente de pequenas ilhas como a Madeira e o Porto Santo.

A pandemia de Covid-19 e a Globalização: uma breve reflexão

A globalização tem sido posta em causa no atual quadro de incerteza motivado pela pandemia Covid-19. De facto, uma parte significativa da população refere a globalização como causa da rápida propagação do vírus pelo mundo.

Ondas Gravitacionais

Mas, o que nos reserva o futuro próximo? As ondas gravitacionais não nos permitem vislumbrar para onde nos dirigimos. Os ganhos de produtividade não são, ainda, evidentes e a destruição dos postos de trabalho é superior à criação de novas ocupações.
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