Autor
Gabriel Leite Mota, Economista, Doutorado em Economia da Felicidade
Artigos

Distribuir trabalho e rendimentos

Apostar-se em novas contratações por força da redução do horário laboral é uma medida urgente, justa e promotora de inovação e produtividade.

Os amantes do ódio

Os que vivem de odiar os outros prestam um fraco serviço à sociedade e nada solucionam. Num mundo cada vez mais plural e interligado, a resolução dos problemas e dos antagonismos só poderá vir da procura sustentada de harmonia.

É tempo de priorizar as políticas para a felicidade

Portugal não precisa de crescer muito. Basta redistribuir melhor os rendimentos e a riqueza, apostar em políticas de bem-estar no trabalho, capturar os milhares de milhões de impostos que fogem à AT e desfazer a corrupção.

Proteger a democracia humanista e secular

Uma democracia que não tenha uma Constituição como a nossa, que proteja esses valores, corre o risco de o deixar de ser por vontade de parte da população: basta que um partido totalitarista ou fundamentalista religioso chegue ao poder e se aproprie do sistema, destruindo a possibilidade de alternância e eliminando o humanismo e o secularismo.

Portugal é social-democrata

Qualquer partido novo que queira ser protagonista terá que captar abstencionistas, que são, maioritariamente, centristas, roubar votos aos partidos instalados e ter um discurso novo, social-democrata.

Geringonçar ou absolutizar?

Portugal deve evitar uma maioria absoluta unipartidária e, antes, começar a consolidar a praxis de maiorias pluripartidárias e governos de coligação. É mais democrático.
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