Autor
Hugo Ricardo Barradas - advogado - MB-Advogados
Artigos

Totalitarismo Fiscal – A Segunda Vaga

O desiderato europeu na eliminação de condições propícias ao branqueamento de capitais ou ao financiamento do terrorismo é cada vez maior, e está cada vez mais próximo do cidadão comum, que vê recaírem sobre si obrigações que oneram o exercício das suas atividades comerciais ou profissionais, apesar de em muitos casos estarem alheios às práticas que esta legislação pretende combater.

Viver com a Covid-19 – A movimentação do mercado

O país e a região realizaram, quase em pleno, a sua reabertura mas os mercados ainda não têm clientes, ou pelo menos não os têm com a quantidade e qualidade que levaram ao crescimento da economia portuguesa no período pré-covid-19. Requererá resiliência e capacidade de rápida readaptação para que os agentes económicos se mantenham, os modelos de negócio até aqui existentes poderão ter de ser repensados, reconstruídos e readaptados a um mercado retraído, inseguro e, em alguns sectores, consideravelmente menos consumista.

Novo coronavírus, velho Mundo

Provavelmente nem tudo ficará bem, com as vidas já perdidas não poderemos dizer que vencemos esta guerra, mas poderemos afirmar que sobrevivemos, e isso será bem mais do que uma vitória.

O pós Covid-19 começa hoje

Embora estejam já em fase de implementação pelos Ministérios das Finanças e da Economia, medidas tendentes à proteção da economia, com a injeção de subvenções públicas de apoio à tesouraria e à manutenção de postos de trabalho, com o suavizar da rigidez do cumprimento de algumas obrigações, com períodos de carência, moratórias, ou outras formas de suspensão do vencimento das obrigações, o certo é que, no pós Covid-19, os cidadãos têm de ter uma economia para a qual voltar, pois nenhuma dessas medidas contempla o perdão de qualquer obrigação.

III Guerra Mundial: Mundo vs Coronavírus

A situação atual exige medidas rápidas e drásticas, sem paralelo com quaisquer outras alguma vez assumidas.

Da minha alegre casinha

Em Portugal, sobre um imóvel, já podiam recair diversas formas de rentabilização, se pensarmos do lado do proprietário, que o podia arrendar, ou explorar sob o regime de alojamento local, ou de fruição, por parte daquele que o arrenda de uma forma duradoura, ou procura alojamento de uma forma temporária e/ou esporádica.
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