Autor
Isabel Caetano, Docente convidada, ISCTE-Executive Education
Artigos

Construir a competitividade externa

Poderá Portugal construir por si só as bases do seu desenvolvimento futuro? Certamente que não. E esta é uma das grandes ausências do PRR, onde é totalmente desvalorizada a importância do Investimento Direto Estrangeiro, que nos proporcione mais qualidade de gestão, tecnologias competitivas e mercados.

Anos que passam, investimento que tarda

Todos aqueles que rompem com o “conhecido” são indispensáveis à transformação do modelo de sociedade em que vivemos. Não os podem silenciar eternamente.

Mais do que euros

Mais do que a obtenção de financiamento, os projectos e actividades de I&D e de Inovação geram impactos significativos na produtividade, emprego, desenvolvimento tecnológico, que se mantêm ao longo do tempo.

O lado B do Orçamento

Espera-se, entre outras medidas, que o OE19 permita manter o objectivo de investimento global em I&D de 3% do PIB até 2030, garantindo a convergência com as metas da UE.

Quem quer, faz

Falo aqui em três empresas inovadoras, globais, que constroem diariamente o futuro com talento, conhecimento e investigação a partir de Portugal. Outras existem. Precisamos de mais.

Intermitências da Inovação

Urge passar do discurso à prática, com mais velocidade e ambição. Bem como imprimir qualidade às instituições. Isso exige uma liderança forte, esclarecida e mobilizadora, o que não abunda em Portugal.
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