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Joana Almeida
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Cavaco Silva apela ao voto para que “as previsões da abstenção não se concretizem”

Após exercer o direito de voto, o antigo Presidente da República sublinhou que votar é um “dever cívico” e elogiou os portugueses que, “num tempo em que a dor e o sofrimento atingem muitos milhares de portugueses”, foram às urnas.

Afluência às urnas até às 16h00 foi de 35,44%. Valor é ligeiramente inferior ao de 2016

Apesar de a percentagem da afluência ser ligeiramente inferior à de há cinco anos, o número de portugueses a votar até às 16h00 foi superior, porque há mais eleitores inscritos. A abstenção não deverá exceder os 65%. Em 24 de janeiro de 2016, à mesma hora, registava-se uma afluência às urnas ligeiramente superior, de 37,69%.

Minuto a minuto: Cenário de abstenção acima de 70% está afastado

Sondagens, resultados e reações ao longo do dia em que, na pior fase da pandemia de Covid-19, os portugueses decidem entre a reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa e a chegada de Ana Gomes, André Ventura, João Ferreira, Marisa Matias, Tiago Mayan Gonçalves ou Vitorino Silva ao Palácio de Belém.

“É nosso dever participar”. António Costa renova apelo aos eleitores para irem votar

Nas redes sociais, o líder do Executivo socialista agradeceu a todos os que “sacrificam o seu domingo para estarem nas mesas de voto” e referiu que votar é uma “homenagem” aos que lutaram para que o voto fosse “livre, democrático e diretamente exercido pelos cidadãos”.

Ana Gomes já votou e deixou apelo: “Quantos mais votarem, mais a democracia sairá reforçada”

Depois de exercer o direito de voto na Escola Secundária de Cascais, Ana Gomes lembrou que “votar é um direito, mas também um dever cívico”, e considerou “positiva” a mobilização que se fez sentir esta manhã nas mesas de voto.

PremiumPandemia pressiona abstenção nas presidenciais

Marcelo alerta que, se abstenção chegar aos 70%, é “quase inevitável” que haja uma segunda volta. Candidatos multiplicam apelos ao voto.
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