InícioNotícia escrita porJoão Abel de Freitas, Economista

Um príncipe francês tem um projeto para a Comporta que é “para dar dinheiro”. A filosofia subjacente de olhar o mundo é que é outra. Assenta na conjugação Natureza-Arte-Educação.

Sem dúvida que o desanuviamento Rússia/Ocidente sai um pouco melhorado deste campeonato. Mas quem vai beneficiar mais? A Rússia ou os outros países?

O PSD de facto ainda não se reencontrou, tem líderes a mais no terreno. Rui Rio é o legal, Fernando Negrão é outro líder como se viu no debate da eutanásia e, depois, há os de bancada com muito peso. Montenegro na calha para a sucessão, colado a todas as medidas na crítica dura, e Marques Mendes no poleiro de speaker para a comunicação social.

A moção “Por uma Social-Democracia da Inovação”, a apresentar no Congresso do PS, inspira-se nos trabalhos da economista Mariana Mazzucato, que defende um Estado com efeito catalisador, assente na inovação.

Apesar de não estar aí uma crise, uma queda abrupta de turistas, aparecem sinais e alguma preocupação de que se vislumbra instabilidade nos mercados. E Portugal tem zonas muito sensíveis a essa situação.

Portugal é um dos países europeus em que a participação dos rendimentos do trabalho no rendimento do país, face ao do capital, é das mais baixas da Europa.

O modelo atual é uma anarquia burocrática completa. Até o próprio Governo Regional admite esta situação, pelo que é urgente sair do caos.

Porque se meteu a UE numa questão de um país que foi sempre pouco colaborante e se prepara agora para sair? Até porque nada está provado, o que lembra as armas químicas não existentes que justificaram o ataque ao Iraque…