Autor
João Paulo Gomes, Advogado, CMS RPA
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Teletrabalho – Moda, Necessidade ou Novo paradigma?

Uma coisa é certa, devido à pandemia do COVID-19, o trabalho tal como o conhecemos não ficará o mesmo!

Vacinas Covid-19: O primeiro sinal de esperança para a Economia

Provavelmente as primeiras vacinas que serão aprovadas não serão as mais eficazes ou as melhores, mas o simples efeito psicológico que podem produzir têm, em si mesmo, o efeito de poder instilar confiança e, quem sabe, salvar a economia mundial de um iminente colapso.

2020: O ano da incerteza

A Humanidade no seu todo está efetivamente a lutar contra uma pandemia que representa efetivamente uma ameaça, e encontra-se precisamente a assumir uma reação “fight or flight”, ou seja, lutando diretamente contra o COVID-19 por via do estudo em potenciais vacinas e, por outro lado, procurando fugir do vírus introduzindo confinamentos generalizados e restrições importantes.

A “corrida contra o tempo”

É imperativo nestes tempos de pandemia, e a todo o custo, implementar medidas que permitam acima de tudo manter as empresas portuguesas abertas, em atividade, a operar e a gerar impostos, assim como, os portugueses que nelas trabalham igualmente empregados, a auferir rendimentos do seu trabalho e a pagar igualmente impostos sobre os mesmos, durante todo o tempo necessário até ao aparecimento de uma vacina eficaz contra este vírus, ou simplesmente enquanto não nos habituamos a viver com a pandemia e o nível de confiança dos consumidores não sobe e atinge níveis aos registados anteriormente.

Com pandemia ou sem pandemia, não esquecer que é sempre preciso levar este país para a frente!

A única diferença entre o COVID-19 e qualquer outra doença (mais graves e não ainda erradicadas) que lastram pelo mundo, é que, esta pandemia é nova e “democrática”, ou seja, não faz qualquer distinção entre os países ricos e os pobres, afetando-os de igual modo.

Que futuro para a Região Autónoma da Madeira no pós COVID-19?

É inegável que o futuro próximo da Região Autónoma da Madeira será um dos tempos mais exigentes da nossa história, e nesta encruzilhada seremos forçados a ultrapassar desafios estruturais, nomeadamente os decorrentes de nos encontrarmos inevitavelmente dependente de companhias aéreas para garantir o acesso às ilhas, o facto do Governo da República claramente se ter demitido da sua responsabilidade constitucional para com o princípio da continuidade territorial, e acima de tudo, resultar claro que hoje em dia somos uma região fortissimamente dependente do Turismo e que o turismo mundial, e toda a sua indústria vai passar provavelmente pela maior crise da sua história e que levará anos a recuperar.
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