Autor
João Paulo Gomes, Advogado, CMS RPA
Artigos

Governação Mundial… Está tudo louco?

Estas tomadas de posição impulsivas e por vezes radicais na governação de um dos maiores países do Mundo, ao que parece, tem provocado um efeito de contágio, tendo começado nos Estados Unidos, mas já sendo possível identificar perfis e comportamentos semelhantes em países com o Brasil ou Reino Unido.

A política em Portugal: No que é que nos tornamos e para onde caminhamos?

Abstractamente, a política deveria ser um acto de abnegação, ou seja, a classe política deveria ser composta por um conjunto de indivíduos que, de forma livre e desinteressada, dedicam a sua vida a servir o povo Português e a melhorar a vida dos cidadãos, sendo esta a génese do que deveria ser o exercício de cargos públicos – saber servir e fazê-lo de forma desinteressada e acima de tudo em prol do bem público (de todos nós).

A dívida pública nacional acaba de bater novo recorde em Maio e ninguém diz nada?

Trocando por uma linguagem simples, o que o relatório do Banco de Portugal vem dizer sobre Portugal, é o equivalente hipotético de um cidadão normal, que tem dívida de crédito habitação e carro, ver o seu salário aumentar temporariamente e em vez de pagar ou reduzir as dívidas que tem, esta pessoa dedica-se a gastar o seu novo salário e ainda contrai novas dívidas.

Joe Berardo: De bestial a besta? Ou será bode (expiatório)?

Na comissão de inquérito Joe Berardo disse com todas as letras aos deputados que foram os bancos que o contactaram e foram estas que quiseram apoiar estas operações.

Quando a tragédia nos bate à porta…

Muito foi dito e escrito sobre as causas, origens, extrapolações e imputações de responsabilidades sobre o acidente, mas não queria passar em claro e deixar de apontar algo que me parece que reuniu consenso em todos os quadrantes – a forma absolutamente superior como as autoridades regionais lidaram com este acidente.

O “Ataque” ao Centro Internacional de Negócios da Madeira e a Arte de Portugal dar tiros nos seus próprios pés

Chegamos a um ponto em que é necessário solidificar as linhas de defesa do nosso regime e de uma vez por todas, juntos e sem hesitações, empreendermos uma defesa feroz e intransigente do CINM e introduzir um lobby eficaz e permanente, quer junto das instituições comunitárias, mas também a nível nacional.
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