InícioNotícia escrita porJosé Carmo, Revisor Oficial de Contas

Os ‘apparatchik’ da esquerda portuguesa movimentam-se entre diferentes áreas de responsabilidade com petulância e, sobretudo, pouco conhecimento da matéria.

Um dos maiores desafios com que o setor da restauração se debate é o da escassez de mão de obra qualificada. Há já quem fale em “crise”, o que me parece exagerado.

Exceção feita a investimentos na área da I&D – com avisos próprios – e a investimentos muito condicionados do ponto de vista geográfico, como por exemplo o apoio às regiões afectadas pelos incêndios ou à região de Lisboa e Vale do Tejo

Segundo Platão, em democracia, a liberdade tende a imperar de tal modo que pouco de substancial se constrói para a sociedade.

Os dados publicados pela Direção Geral do Orçamento confirmam uma apetência dos governos Socialistas por impostos indiretos, aproveitando-se da “anestesia fiscal” dos contribuintes.

Ficamos a saber que existe uma “nova” AdC, cujas orientações se estendem também às funções de “angariador de investimentos” e de ostracização dos agentes económicos.

A vinda da Google e a potencial vinda da Amazon realçam um aspeto muito relevante em matéria de política económica. Quando os protagonistas políticos se entendem, Portugal sai a ganhar.