InícioNotícia escrita porLuís Parreirão, Gestor

É natural que as funções concentradas durante muitos anos numa única pessoa passem a ser assumidas por várias. Situação que poderá ser, em si mesma, bastante proveitosa.

Sabemos que a Europa está confrontada, não com uma crise de migrantes, mas, antes, com as suas próprias incapacidades, que o afluxo de migrantes apenas veio colocar em evidência.

Há uma nova atividade que começa a ganhar relevância, inclusive em Portugal: a consultoria especializada no apoio aos Family Offices.

Nas empresas familiares, a experiência tem demonstrado que o caminho vai no sentido de uma cada vez maior contratação de profissionais.

Talvez fosse interessante o MAI desafiar as Empresas Familiares para construírem em conjunto um projeto responsabilizador e inclusivo de migrantes.

O processo de concretização e desenvolvimento deste tipo de operações exige uma especial sensibilidade para que todos se reconheçam na nova realidade empresarial e nas novas lideranças.

Chegou o momento de os poderes públicos chamarem as empresas familiares a uma maior participação e comprometimento com o modelo político e económico-social em que queremos viver.