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Luís Tavares Bravo, Economista, International Affairs Network
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A epidemiologia da retoma económica

De que forma poderemos esperar que aconteça a recuperação alicerçada, em primeiro lugar, na redução das restrições à mobilidade e, depois, nos apoios que vêm das novas respostas e incentivos da União Europeia? E o que esperar para Portugal?

A oportunidade de Portugal pode nascer de um acordo europeu imperfeito

A solução europeia é uma arquitetura inovadora que percorre o caminho certo para mais Europa. Mas é também um teste ao próprio modelo de apoio.

As fichas de Portugal estão no Fundo de Recuperação Europeu

A forma como Portugal encarar o restabelecimento mais rápido de uma certa normalidade dependerá em muito da resposta europeia, sobretudo no que diz respeito ao formato final, aspeto-chave para se poder conter a severidade do impacto económico de curto prazo.

Portugal, no fio de uma navalha

Este enquadramento coloca Portugal numa situação complexa. A necessidade de voltar a declarar estado de emergência e aplicar novamente restrições de mobilidade , sobretudo se o surto viral se reacender a nível europeu – uma segunda vaga sanitária entre Setembro e o final do ano – poderá representar uma situação economicamente e socialmente profunda para as empresas e sobretudo para as famílias nos próximos anos.

A ascensão das cidades da periferia

O modelo do trabalho à distância, ainda que na solução parcial – a mais provável – traz benefícios e poderá influenciar o modo de vida de até um terço da população ativa na Europa, o que representaria, no caso nacional, cerca de um milhão de postos de trabalho.

A urgência de sermos desconfinadores implacáveis de reformas

Portugal precisa de reformas estruturais. O que tem faltado é a resiliência e determinação para avançar no sentido certo, muitas vezes em favor da agenda política do momento.
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