InícioNotícia escrita porLuís Tavares Bravo, Economista, DIF Capital

O mundo deverá continuar a crescer em 2019, mas os investidores devem preparar-se desde já para um menor ímpeto e também para uma política monetária menos amigável para as classes de risco.

É necessário um maior esforço de integração, quer por parte das instituições europeias, no sentido de conferir maior partilha do risco e maior integração europeia, quer dos países da periferia, com vista a corrigir desequilíbrios de competitividade para com o centro europeu.

A China é hoje a maior economia do sudoeste asiático, e muitos apontam este, como sendo o século chinês, o surgimento de uma nova potência económica líder mundial. No entanto, existem algumas questões relativamente à sustentabilidade de ritmos de crescimento impetuosos como vimos na ultima década.

E Portugal, também beneficia? Para além de ter um bom contexto – mercado compacto, com infraestruturas tecnológicas acima da média e a caminho de transformar-se num dos 'hubs' mais interessantes e visíveis a nível europeu para criar negócios relacionados com a economia digital – dispõe de condições para o desenvolvimento de uma economia colaborativa que seja também monetizável.

Este trimestre pode antecipar um caminho atribulado, mas não seria a primeira vez que sobre os riscos geopolíticos acabam por prevalecer os racionais económicos e a força dos bancos centrais.

A nova tecnologia destrói empregos, mas não trabalho. Isto porque cria indústrias novas, e à medida que vão deixando as tecnologias existentes obsoletas, vão originando novas oportunidades e novos postos de trabalho.

O próximo trimestre pode deixar antecipar um caminho atribulado, mas não seria a primeira vez que, sobre os riscos geopolíticos, acabam por prevalecer os racionais económicos e a força dos bancos centrais.

Uma profunda alteração do paradigma político tomou conta do palco mediático nos países desenvolvidos, com implicações para os mercados financeiros e para as agendas dos investidores.