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Marco Silva, Consultoria estratégica e de investimentos
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A falácia da desigualdade

Os empregos não importam no número, importam na qualidade da retribuição, daí que prefira 50 postos de trabalho a ganhar 2.500 euros/mês do que 500 a receber 600 euros/mês.

A competitividade é compatível com um SMN mais elevado?

Importa criar maior valor acrescentado para ter vantagem sobre a concorrência, mas não para fazer o mesmo que os outros e subsistir pagando ordenados miseráveis.

Déjà vu

Se é impossível antecipar a extensão completa de um evento de elevada magnitude, é perfeitamente verosímil antever a sua existência. A ideia fantasiosa existente até 2007, em particular nos EUA, de que o imobiliário “subia sempre” desafia qualquer lógica ou bom senso.

Fantasia milionária

A lei das “falências” permite apenas acabar com negócios, não há sequer um espírito de “vamos para a frente” na classe empresarial, com exceção das negociatas entre os “barões”.

Estratégia, arranje uma

É preciso querer entrar para a lista dos países com investimento em setores mais rentáveis, pois é esse investimento que faz a diferença, o restante só dá para pagar ordenados de 600 euros.

Manifesto pela decência

Muito honestamente, alguém consegue afirmar que políticas só de uma cor são melhores que a soma das melhores políticas das várias cores? Será que isto não é óbvio?
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