Autor
Mário Santos, Investigador em Inteligência Emocional e Professor na Universidade da Madeira
Artigos

Decretar o estado de emergência do Brincar

Defendemos que o brincar fortalece as habilidades motoras, cognitivas e sociais, é afetada pelo ambiente, seja nas circunstâncias físicas circundantes, seja nos parceiros sociais disponíveis nos relacionamentos construídos, no tempo e nos elementos culturais que contribuem para a construção dos indivíduos.

Vai ficar tudo igual… na família e na escola…

Temos de retirar tudo o que de positivo nos trouxe este covid-19 e admitir que existem grandes alterações de paradigma e que um deles está intimamente ligado a uma educação que tem vindo a ser debatida diariamente nas últimas duas décadas e que por fatores de grande resistência tem tido alterações de pouca significância, continuando com uma estrutura ultrapassada.

O Pai Brinquedo em período de Isolamento Social

Poder cair, saltar, gritar, rir e festejar, quando assumido com a participação do Pai, estimula a criatividade, a proatividade e a resiliência da criança, além de formar memórias e estreitar laços com o Pai, que se torna um exemplo a ser seguido e um porto seguro.

Quem são as crianças do século XXI. Estamos preparados para o flagelo social das próximas gerações?

Os estímulos que se apresentam sobre as crianças de hoje são completamente distintos dos que se apresentavam nas gerações que nasceram antes da descoberta do telemóvel e do tablet e de outras tecnologias. Hoje, as crianças desenvolvem-se com mais rapidez, dominam todo o aparato mediático e tecnológico, mas perdem um sem número de vivências sociais que são de fulcral importância para o seu desenvolvimento.

Compreenda melhor o seu filho e passe mais tempo com ele…

Na esperança de que esta década promova alguma transformação social e, nomeadamente, que os pais aproveitem melhor o tempo em família, partilho “sete passos para conhecer melhor o seu filho”, que acredito que serão fundamentais para alcançar a harmonia familiar.

Indisciplina nas escolas portuguesas

A verdade é que a educação, em Portugal, tem que ser revista, tanto a nível nacional como nas regiões autónomas. A violência e o desrespeito nas escolas é consequência de políticas de enfraquecimento de professores, auxiliares de ação educativa e dos próprios alunos; em que todas as pessoas opinam e ninguém se entende.
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