Autor
Nuno Moraes Bastos, Presidente do Observatório Português de Compliance e Regulatório
Artigos

Tudo o que chega

Pretende-se garantir velhos princípios e boas práticas reforçando processo e responsabilidades quando, nos últimos anos e em Portugal, não foi invulgar encontrarmos situações em que processos formalmente irrepreensíveis coexistiam com práticas censuráveis.

Entre a luz e as trevas

Urge promover de forma mais ativa, bem como avaliar, as boas práticas prosseguidas pelas empresas em matéria de prevenção do suborno e da corrupção.

Regulação, estado de emergência e a urgência dos tempos modernos

O contexto atual pede diligência acrescida aos órgãos de gestão, incluindo não apenas o conhecimento do processo e identificação dos riscos a que a instituição se encontra exposta mas, também, gestão de crise.

‘Gold-Plating’ (ou porque nem tudo o que luz é ouro…)

Será que, muitas vezes genuinamente, com finalidades legítimas de proteção do consumidor, estamos a afetar a livre circulação de capitais ou a livre prestação serviços?

Suborno, corrupção e o retrato de Dorian Gray

No que à gestão diz respeito este não é um tema menor, alheio aos deveres de um gestor diligente, porque também na gestão deste risco “a sorte não existe. Aquilo a que chamas sorte é atenção aos detalhes”.

‘Keep me out of jail, not out of business’

Contrariamente ao que frequentemente constitui a perceção menos informada, a responsabilização individual é hoje uma realidade.
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