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Pedro Lino, Economista
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Tempos difíceis

A subida de taxas de juro nos EUA deverá atingir os 3% em 2019, tornando o fardo da dívida incomportável, uma vez que os gastos em juros irão disparar.

Fio condutor

A poupança fica mais uma vez esquecida, sem incentivos para aplicações de longo prazo, uma vez que o consumo rende sempre mais a curto prazo em impostos.

Tragédia romana

Ao mostrar que pretende implementar um orçamento “à la Trump”, expansionista e sem olhar a restrições, o governo italiano esquece-se que perdeu a sua independência monetária há 18 anos.

Vigilância

O resultado imediato da crise foi a concentração bancária que, embora agrade a reguladores, acaba por prejudicar o consumidor que terá de pagar mais pelo serviço financeiro. Também cria um risco de falência de grandes instituições, para o qual não existe nenhum mecanismo a não ser uma intervenção directa dos bancos centrais.

Manobras de diversão

Quando são apresentadas propostas que arrasam com o regime fiscal que nos ajudou a sair da crise, é sinal que os políticos não aprendem com os erros.

Há quem acredite em milagres

Pensar que teremos outra década de crescimento sem incertezas, sem crises, é brincar com a pouca credibilidade que a Europa ainda tem junto dos seus cidadãos.
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