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Pedro Ortelá, vice-presidente da JSD Madeira
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Sangue novo para fazer acontecer

O diferencial fiscal da costa norte da Madeira e Porto Santo, recentemente chumbado em sede de Orçamento de Estado pelo Partido Socialista, seria sem dúvida um incentivo enorme para a fixação das populações em zonas onde o despovoamento começa a ganhar contornos preocupantes. Este incentivo directo às empresas fomentaria a criação de emprego e poderia absorver muita população activa que não vê alternativa ou futuro na Região. A atribuição das ferramentas necessárias para o desenvolvimento do tecido empresarial é a chave para o progresso local que alguns teimam em não aceitar.

Só come gelados com a testa quem quer

A ingerência evidente em situações de crise, onde este Governo provou mais um vez não estar à altura, prejudicou precisamente as regiões onde a incidência foi menor e onde a dependência do turismo é abismal.

Porto Santo 2030

Debater o futuro da ilha sem sair do tema turismo é um erro que sistematicamente é repetido nos manifestos de campanha. É fundamental, até por uma questão de estabilidade económica anual e não apenas semestral, uma economia que dependa menos das prestações de serviço. Existe todo um potencial de atractividade fiscal ainda por explorar. As questões relacionadas com as acessibilidades podem, gradualmente, ser atenuadas por imposição do desenvolvimento local.