Autor
Pedro Ortelá, vice-presidente da JSD Madeira
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Falar a verdade

Querer queimar fases de uma candidatura, seja ela qual for, na ânsia de aparecer e parecer que faz e querer propor tudo e mais alguma coisa, chegamos a uma vergonhosa falta de noção dos números.

A libertação de Barrabás dos tempos modernos

Hoje a política está quase ao nível do episódio da libertação de Barrabás. Temos assistido um pouco por todo o país (e também na Madeira) alguns cidadãos, plenos dos seus direitos, a vestirem a capa de líderes da vontade do povo e donos da verdade absoluta, atacando ferozmente as bases da nossa sociedade, denegrindo a imagem das instituições públicas e colocando em causa a honra dos homens e mulheres que governam. Estas pessoas, vulgo candidatos, têm as questões certas para quase tudo, mas não têm respostas para quase nada.

A corrupção não é problema

Não existe, pelo menos para mim, espaço para dúvidas de que os principais culpados pela desconfiança na nossa justiça seja inteiramente dos consecutivos governos que temos vindo a eleger.

O desconfinamento económico e o controlo epidémico

Ser oposição é tão ou mais importante do que ser poder em muitas situações. Uma oposição fraca faz um poder mais fraco e a oposição na Madeira tem deixado muito a desejar. O negativismo e falta de propostas alternativas faz-me antecipar o que que muitas vezes acontece quando existe muito ruído na ausência de ideias. Que o tempo prove que estou errado e que o nível do debate das ideias seja saudável.

O erro propositado de trocar a autonomia pela independência

A ideia sobre a independência da Região Autónoma da Madeira já está ultrapassada, pelo menos no tempo, porque a bem da verdade existiu realmente uma chance de isso acontecer. Outros tempos onde existiu um entrave ao crescimento e onde os murros na mesa tinham outro peso.

Um projecto e uma equipa com vontade de trabalhar

É preciso assumir que na política madeirense existe uma necessidade de renovação de caras, de sangue novo e vontade redobrada na defesa das suas convicções. Isto passa por todos os quadrantes políticos. Deve haver uma aposta no mérito ao escolher e promover os melhores para estarem na linha da frente na defesa e construção de um futuro que nunca acaba, pois existe sempre algo mais a fazer, a idealizar e concretizar.
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