Autor
Pedro Ortelá, vice-presidente da JSD Madeira
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A corrupção não é problema

Não existe, pelo menos para mim, espaço para dúvidas de que os principais culpados pela desconfiança na nossa justiça seja inteiramente dos consecutivos governos que temos vindo a eleger.

O desconfinamento económico e o controlo epidémico

Ser oposição é tão ou mais importante do que ser poder em muitas situações. Uma oposição fraca faz um poder mais fraco e a oposição na Madeira tem deixado muito a desejar. O negativismo e falta de propostas alternativas faz-me antecipar o que que muitas vezes acontece quando existe muito ruído na ausência de ideias. Que o tempo prove que estou errado e que o nível do debate das ideias seja saudável.

O erro propositado de trocar a autonomia pela independência

A ideia sobre a independência da Região Autónoma da Madeira já está ultrapassada, pelo menos no tempo, porque a bem da verdade existiu realmente uma chance de isso acontecer. Outros tempos onde existiu um entrave ao crescimento e onde os murros na mesa tinham outro peso.

Um projecto e uma equipa com vontade de trabalhar

É preciso assumir que na política madeirense existe uma necessidade de renovação de caras, de sangue novo e vontade redobrada na defesa das suas convicções. Isto passa por todos os quadrantes políticos. Deve haver uma aposta no mérito ao escolher e promover os melhores para estarem na linha da frente na defesa e construção de um futuro que nunca acaba, pois existe sempre algo mais a fazer, a idealizar e concretizar.

Quão longe estamos dispostos a ir?

A Madeira vai sofrendo por ter no turismo o seu principal motor económico. Os principais empregadores começam a analisar o que foi 2020 e projetam o que poderá ser o próximo ano. Chegamos a um ponto onde o impacto financeiro foi tão forte que admitiu-se ser mais barato, após análise, demitir funcionários em vez de recorrer a apoios para fazer face a esta crise pandémica. Isto diz muito sobre os apoios concedidos às empresas que foram e são manifestamente insuficientes.

A economia da droga

Não precisamos quantificar para saber que as apreensões relacionadas com a droga tem vindo a subir gradualmente, mas também questiono sempre a insistência em entrar na nossa Região. Isso acontece porque é possível e sabemos que está na rua. Eu ia abordar as autárquicas, mas pensem primeiro nas drogas antes que seja tarde.
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