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Pedro Romano, Analista do Jornal Económico
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Défice externo: regresso aos maus hábitos ou ilusão estatística?

O Banco de Portugal revelou esta semana que Portugal voltou a registar défices nas contas externas no primeiro semestre do ano. É verdade, mas há uma boa explicação para isso.

De solavanco em solavanco, rumo a um dos maiores crescimentos desde 2000

A economia travou a fundo no segundo trimestre, mas a dinâmica da atividade é suficientemente boa para assegurar um crescimento acima dos 2% em 2017 e repetir a melhor marca desde 2000 (2,5% em 2007).

Desemprego nos 8,8%. E agora?

A primeira nota é que a taxa de desemprego está mais ou menos ao nível registado antes da Grande Recessão. Os 8,8% são apenas marginalmente superiores aos 8,4% atingidos em 2007

A enorme descida dos juros em que quase ninguém reparou

Taxas de juro estão a descer desde meados de 2012 – um facto conhecido por quase toda a gente. Menos conhecido é o facto de a diferença entre as taxas cobradas às empresas portuguesas e as cobradas às congéneres alemãs estar cada vez mais esmagada.

Uma breve história da Grande Depressão grega

Um dos maiores erros de quem discute o programa grego sem os principais números à mão é a tendência para colocar a crise da Grécia no mesmo lote da “crise dos países periféricos”.

Dívida: a subir ou a descer?

Há muitas formas de olhar para a dívida. Em termos agregados, o valor nominal da dívida do setor não financeiro está a crescer desde há muito e atingiu em maio o valor mais alto de sempre. Mas o rácio dívida/PIB tem seguido o percurso contrário.
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