InícioNotícia escrita porRicardo Leite Pinto, Professor Universitário

O primeiro-ministro duvida de si próprio e se escolheu de facto um ministro da Defesa. Os jornais duvidam que o tema seja velho e repetem as capas de há um ano.

O novo “recorde” histórico da dívida pública atingido pela governação socialista significa mais endividamento e cada vez menos liberdade para as gerações futuras.

A despenalização da eutanásia não é uma prioridade. O que interessa é escrutinar o jogo de sombras em que governança socialista se transformou e a comédia de enganos em que a oposição social-democrata se enredou.

Na proteção civil e incêndios ninguém se entende. Demissão nas chefias, limpezas por fazer, meios aéreos a menos de metade e uma generalizada sensação de impotência e impreparação do poder político.

Que o teatro, como é próprio, o seja à vista de todos e não em privado. Sobretudo se o que está em causa são actos de políticos.

Admitir que os independentistas não são presos políticos mas também não são presos comuns, poderia abrir caminho a uma solução política e ao fim do impasse.

Com tanta trapalhada, o recém-eleito chefe do PSD não tem tempo para fazer oposição. Dava-lhe jeito saltar as eleições de 2019 e só aparecer em 2023. Pode é não chegar lá. Nem nós.

Não haverá qualquer reforma, como é óbvio, apenas uma frenética contagem decrescente com um olho nas sondagens e outro na propaganda, sem arrependimentos, até às eleições.