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Shrikesh Laxmidas
Diretor Adjunto
slaxmidas@jornaleconomico.pt
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EDP registou prejuízo de 23 milhões em Portugal nos primeiros três meses do ano

Segundo os dados facultados pela EDP ao JE, o prejuízo no primeiro trimestre em Portugal prolonga a quebra nos resultados da empresa no mercado doméstico nos últimos anos. Além da fraca hidraulicidade, a empresa aponta para as alterações regulatórias que, segundo a empresa, tiveram uma impacto negativo de 2 mil milhões nas receitas entre 2012 e 2020.

EDP já contratou consultores para vender mais de 2 mil milhões em ativos

A empresa liderada por António Mexia acrescentou que o plano para a rotação de ativos num valor total superior a 4 mil milhões de euros também está a seguir o calendário previsto, recordando que a 23 de abril completou uma transação desse género, com um encaixe de 800 milhões de euros.

PremiumPintar a dívida de “verde” para ajudar a salvar o planeta

O apetite dos investidores por ‘green bonds’ não para de crescer a nível global, embora a regulação continue a ser um desafio. Em Portugal, novos emitentes poderão seguir os passos da EDP e da Altri.

Há vida além da OPA? Especulação sobre novidades no Brasil rouba atenção aos resultados da EDP

A energética apresenta números do primeiro trimestre esta quinta-feira, com os analistas a preveram uma queda de 30% no lucro devido a fatores climatéricos. No entanto, após a morte da OPA da CTG, o mercado está focado em novidades sobre a parceria entre as duas empresas, especialmente no Brasil.

Desafios dos CTT: reconquistar a confiança dos investidores

Lucros em queda, dividendos cortados, reestruturação dolorosa e metas falhadas. Francisco Lacerda não sobreviveu à tempestade dos CTT e perdeu a confiança de Manuel Champalimaud. O próximo CEO, que deverá ser João Bento, não terá tarefa fácil: convencer os investidores de que os correios podem voltar ao destino certo.

Euronext recebe ‘ok’ do governo norueguês para comprar a Bolsa de Oslo

Em comunicado divulgado no site da CMVM, a Euronext referiu que “já assegurou a maioria do capital da empresa 53,4%)”, superando assim a condição de sucesso de atingir os 50%.
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