Autor
Soraia Garcês - Investigadora UMa/Cierl e CIEO/CinTurs
Artigos

Economia e Psicologia: Interdisciplinaridade Coerente?

As soluções mais eficazes para os problemas são muitas vezes encontradas por meio desta capacidade de aliar áreas distintas, encontrando-se formas criativas de resolução de dilemas e problemáticas de modo eficiente através dessa aliança a que chamamos de interdisciplinaridade.

Criatividade: competência do futuro ou uma realidade do presente?

É fundamental que se aplique criatividade em termos práticos e que se leve os futuros professores a vivenciar em si mesmos a importância de o fazer e de como o fazer.

“Até à lua”… com um pouco de humor?

Enquanto o trabalho em equipa é talvez uma das caraterísticas mais pertinentes do mundo atual, o humor nem sempre é “bem-vindo”. Contudo, o humor é um grande potenciador do processo criativo e da resolução criativa de problemas.

Do (tele)trabalho à flexibilidade horária?

Vários estudos dão uma resposta clara ao indicar que não, mais horas de trabalho, não nos tornam mais produtivos. Num estudo realizado pelo Adecco Group é referido que em pleno século XXI a ideia de trabalhar mais horas e assim cumprir mais tarefas já não se aplica. Os tempos mudaram e neste momento o foco deverá ser uma maior flexibilidade. Existem mesmo empresas que desenvolveram projetos-piloto com redução do número de dias/horas de trabalho demonstrando que apesar desta redução, a produtividade manteve-se ou até mesmo aumentou.

Literacia digital: saber e compreender é muito mais do que ter!

O futuro do mundo do trabalho é neste momento claramente digital. Atualmente e mais do que nunca, o saber-compreender este mundo é crucial para que se possa desenvolver inovação, mas também para a obtenção de um trabalho e para o fortalecimento de uma sociedade e de uma economia realmente digital com pessoas competentes.

Genuinamente…Madeirense por um dia!

O pior ano da história do turismo é ou deverá ser, na minha opinião, um “catalisador” da maior aposta de sempre do nosso turismo na qualidade versus quantidade, mas sobretudo uma aposta na nossa “experiência” e na nossa autenticidade.
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