PremiumBancos centrais e dados económicos levam a queda das ações

Investidores mostram-se cautelosos face ao impacto e evolução da pandemia, assim como com as indicações dos bancos centrais.

Após a primeira quinzena de setembro, os principais temas de interesse e atenção dos investidores permanecem praticamente inalterados face ao mês anterior. Enquanto se aguardam indicações sobre quando a Reserva Federal (Fed) norte-americana iniciará o processo de remoção de estímulos monetários. Jerome Powell, presidente da Fed, não deu qualquer sinal sobre quando planeia reduzir as compras de ativos, indicando, apenas, que poderá ser este ano.

O desapontante relatório que mostrou que a criação de emprego nos EUA abrandou de forma acentuada, assim como o contínuo aumento da inflação, ainda que de forma mais ligeira, complicam ainda mais a potencial decisão da Fed de iniciar o processo de “tapering”. Os investidores estão, assim, mais cautelosos, tendo os índices de referência de Wall Street recuado dos máximos históricos de agosto. O S&P 500 encontra-se em torno dos 4.450 pontos, o Dow Jones dos 34.600 e o Nasdaq em cerca de 15.300 pontos.

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