O BE Madeira afirmou que o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, imita Maduro “ao atirar culpas para a oposição e para o inimigo externo” para justificar o desastre da sua governação acusando ainda o executivo de ter falta de visão estratégica para a Região Autónoma.
O coordenador do BE Madeira, Paulino Ascensão, diz que o executivo madeirense tem “ausência de visão estratégica” para o futuro da Madeira e ainda “falta de competência” para gerir o presente da Região leva a que “lance culpas para a oposição e para o inimigo externo”.
Paulino Ascensão diz ainda que a festa do Chão da Lagoa foi “regada com alto teor etílico” e que por isso “surgiram acusações estapafúrdias”.
Ficam ainda acusações do bloquista que diz que o PSD é vendilhão por ter enterrado “a autonomia no buraco da dívida” e condenado “muitos madeirenses à pobreza e à emigração”.
A dívida oculta, o plano de ajustamento, o subsídio de mobilidade, as concessão dos portos, e as muitas obras inúteis feitas à pressa que “não trouxeram desenvolvimento”, mas “apenas dívida, desemprego e emigração”, que prejudicaram os madeirenses, foram algumas das “vigarices” apontadas por Paulino Ascensão referentes a medidas tomadas pelo Governo Regional.
O dirigente do BE Madeira diz que acusar Lisboa pelos males da Madeira é uma “tática caduca” que tenta “esconder a incompetência própria”, e a “subserviência aos grupos económicos”.
“Uma artimanha que é recorrente encontrar em governantes autoritários e imbecis e cujo objetivo não vai além da manter o poder pelo poder, sem qualquer compromisso com o interesse geral, como por exemplo Maduro na Venezuela, Kim na Coreia do Norte ou Erdogan na Turquia”, afirma o bloquista.
