Esta era uma questão ainda em aberto, uma vez que as autoridades europeias estavam a insistir que o fundo fosse criado a partir de legislação já existente, o que punha em causa a intenção inicial de que este fosse isento de custas judiciais.
O objetivo agora, de acordo com fontes contactadas pela Lusa, é que o novo anteprojeto de lei, que está a começar a ser preparado, seja aprovado em Conselho de Ministros ainda em março, isto a tempo de o contrato de adesão ser apresentado a cada cliente lesado até ao final desse mês.
A reunião de hoje decorreu, como habitual, entre Associação de Indignados e Enganados do Papel Comercial, Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários (CMVM), Banco de Portugal, ‘banco mau’ BES e Governo.

