Bilhetes para o futebol estão mais caros em Itália. E a culpa é de um português

A claque da Juventus já apresentou várias queixas, e através de um comunicado, explicaram que vão aos jogos mas com desagrado, já que ver a ‘Vecchia Signora’ fora de casa custa 100 euros.

Cristiano Ronaldo

A chegada de Cristiano Ronaldo ao futebol italiano não se fez passar despercebida, e agora até faz tremer as bilheteiras.

A transferência do melhor do mundo para a equipa italiana foi a mais cara do verão, e alguns até descreveram esta aquisição como ”a transferência do século”.

Nos últimos anos de Ronaldo em Espanha, os preços dos bilhetes para os jogos do Real Madrid aumentaram a pique e o mesmo está acontecer com os jogos da liga italiana, apesar de Ronaldo apenas integrar na equipa há dois meses.

Segundo o ”El Economista”, os bilhetes desta temporada da Juventus aumentaram ”consideravelmente” em comparação com temporadas anteriores.

O clube de Udine cobra aos seus apoiantes entre 45 e 90 euros, enquanto que os fãs da Juventus têm um preço único de 45 euros. Paralelamente, um jogo entre um romano ou napolitano ronda entre 30 euros e 45, sendo 30 o dinheiro exigido aos visitantes. A Fiorentina, cobra entre 50 a 200 euros para ver um jogo contra a equipa de Ronaldo, 50 para os apoiantes, enquanto que num jogo contra Roma, o clube cobra entre 35 a 160 euros (35 para os fãs da capital).

A claque da Juventus já apresentou várias queixas, e através de um comunicado, explicaram que vão aos jogos  mas com desagrado, já que ver a ‘Vecchia Signora’ fora custa 100 euros. “Se continuar assim, vai-se tornar num ambiente exclusivo e elitista”, cita a agência espanhola.

Ler mais
Recomendadas

Sporting: “Exigências financeiras” de Bas Dost estão a impedir saída para o Eintracht Frankfurt

O clube de Alvalade diz que “já alcançou um princípio de acordo” com os alemães e que o jogador já informou o técnico Marcel Keizer que queria deixar os ‘leões’.

PremiumTáticas para contratar: da desestabilização ao custo zero

Não deveria valer tudo para contratar mas existem clubes especialistas em manobras de aquisição dos melhores talentos. Curiosamente, ou não, esses emblemas são campeões crónicos nas suas Ligas.

“No hóquei em patins, somos como a irredutível aldeia dos gauleses”

Luís Sénica, antigo selecionador nacional de hóquei em patins e presidente da Federação de Patinagem de Portugal, realçou ao Jogo Económico a resiliência da modalidade ao longo dos anos. “Somos como a irredutível aldeia dos gauleses”, realçou o líder federativo.
Comentários