Brisa adere a aliança global por transportes menos poluentes

A Brisa revelou nesta sexta-feira que aderiu à Transport Decarbonisation Alliance, de um grupo de pressão, à escala global, para acelerar a transição para tecnologias limpas na área da mobilidade.

A Brisa – Autoestradas de Portugal aderiu à parceria internacional de países, cidades e empresas para a redução das emissões de carbono relacionada com os transportes. O anúncio foi feito nesta sexta-feira de manhã no Lisbon Mobi Summit, em Lisboa, anunciou a empresa.

“O futuro das nossas sociedades depende da nossa capacidade coletiva para encontrar soluções para os desafios que o mundo enfrenta em matéria de energia e de emissões de dióxido de carbono”, explicou Vasco de Mello, presidente da Brisa.

Segundo este responsável, tal como outras empresas, a Brisa quer contribuir para a solução desses desafios, designadamente no que diz respeito aos transportes e à mobilidade, e em parceria com as cidades e os países.  “A Transport Decarbonisation Alliance é uma iniciativa liderada por Portugal que nos parece fazer todo o sentido”, frisou Vasco de Mello.

A Transport Decarbonisation Alliance é uma iniciativa conjunta de Portugal e de França para o desenvolvimento de soluções que contribuam para reduzir a zero – até ao ano 2050 – as emissões líquidas de dióxido de carbono associadas à mobilidade.

Esta aliança global foi apresentada, em novembro de 2017, na Conferência sobre Alterações Climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), que decorreu na cidade alemã Bona. Portugal surgiu neste grupo graças à aposta na mobilidade elétrica e energias renováveis.

Quatro países e algumas das principais empresas mundiais do setor dos transportes anunciaram na Conferência sobre Alterações Climáticas da ONU, a criação de um grupo de pressão, à escala global, para acelerar a transição para tecnologias limpas na área da mobilidade.

Portugal é um dos fundadores da TDA – sigla inglesa para Aliança para a Descarbonização dos Transportes -, juntando-se à França, Holanda e à Costa Rica neste esforço pelo cumprimento das metas inscritas no Acordo de Paris.

Ler mais
Recomendadas

Noruega aprova plano de extração de cobre no Ártico, ”um dos projetos industriais mais nocivos ao ambiente”

Acredita-se que até 66 milhões de toneladas de minério de cobre estejam subterradas no solo em Kvalsund, em Finnmark, a região mais setentrional da Europa, no interior do Círculo Polar Ártico.

Catástrofes naturais custam à economia mundial 650 mil milhões. EUA responsável por dois terços do valor

Segundo a consultora Morgan Stanley, os Estados Unidos suportam grande parte dos custos, totalizando 415 mil milhões de dólares, ou seja, 0,66% do PIB norte-americano.

Colapso da barragem em Brumadinho contaminou pelo menos 305km de rio

Pelo menos 305 quilómetros do rio Paraopeba, no sudeste do Brasil, foram contaminados após a rutura da barragem em Brumadinho que causou 166 mortos e 155 desaparecidos, segundo um relatório divulgado por uma organização não-governamental.
Comentários