CDS-Madeira: “Universidade da Madeira é discriminada negativamente em relação à Universidade dos Açores no OE2021”

Ana Cristina Monteiro vincou ainda que esta discriminação face à UMa ocorre num ano em que a mesma recebeu mais de 700 alunos na universidade, superando o número de alunos colocados nos últimos anos.

A deputada do CDS-PP à Assembleia Legislativa da Madeira Ana Cristina Monteiro salientou, esta segunda-feira, em conferência de imprensa que a Universidade da Madeira (UMa) está a ser discriminada negativamente em relação à Universidade dos Açores no orçamento do estado para 2021.

“Existe uma dotação superior e uma discriminação negativa entre as duas Regiões Autónomas. Constando, no Orçamento da República, uma dotação de 5,3 milhões de euros a mais para a Universidade dos Açores, prejudicando assim a Universidade da Madeira”, realçou.

Ana Cristina Monteiro vincou ainda que esta discriminação face à UMa ocorre num ano em que a mesma recebeu mais de 700 alunos na universidade, superando o número de alunos colocados nos últimos anos.

“Por outro lado, notamos que no Orçamento para 2021, desapareceu o artigo 99º que já constava no Orçamento do Estado para 2020, em que permitia que as Universidades pudessem concorrer aos fundos comunitários. Esta alteração vai prejudicar a Universidade, no que toca à qualificação dos imóveis, das suas capacidades, da sua modernização, tecnologias, etc”, frisou a deputada.

Para além disso, a centrista quis apontar a situação da Universidade da Madeira perante o contrato programa que o Estado já estabeleceu com a Universidade dos Açores. “Vão 1,2 milhões de euros para a Universidade dos Açores e a Universidade da Madeira, mais uma vez, ficou esquecida”.

“A Universidade da Madeira não pede mais que um tratamento igualitário entre as duas Universidades das Regiões Autónomas. Um tratamento igual e um contrato programa com o Estado, nos mesmos termos em que está estabelecido para a Universidade dos Açores”, sublinhou.

Neste sentido, Ana Cristina Monteiro referiu que o grupo parlamentar do CDS vai levar o tema a discussão no plenário, na esperança de que esta situação possa ser resolvida na Especialidade.

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