CDU diz que executivo da Madeira vai aprofundar neo-liberalismo

O partido diz que o crescimento da atividade económica, na Madeira, “não foi suficiente” para combate a pobreza e exclusão social.

A CDU afirma que o Programa de Governo, para a Madeira, aprofundar o neo-liberalismo, a pobreza, e a exclusão social, durante a discussão que decorre na Assembleia Legislativa da Madeira, sobre o documento que será debatido entre segunda-feira e quarta-feira.

O deputado da CDU, Ricardo Lume, refere que 72 meses de crescimento da atividade económica, na Madeira, “não foi suficiente” para combate a pobreza e exclusão social.

Ricardo Lume disse ainda que o programa do executivo madeirense, defende a redução e reestruturação da Administração Pública, questionando se essa reestruturação “é para garantir menos meios para o público para entregar o direito à saúde ao privado à saúde”.

O deputado da CDU sublinhou que setores estratégicos para a região, como a operação portuária e a gestão de aeroportos, vão continuar nas mãos de privados, e quer “abrir ainda mais aos privados setores fundamentais” como saúde, educação e protecção social.

Em resposta Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional, afirmou que o executivo “não vai privatizar” a saúde, mas que quer melhorar o Serviço Regional de Saúde (SESARAM).

“Acreditamos na saúde e escola pública”, reforçou o governante. “Vamos manter os contratos de associação com os privados na educação. Entendemos que as famílias devem escolher onde colocar os seus filhos”, defendeu Albuquerque.

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