Colombo já chegou ao Porto Santo, ocupação hoteleira chega aos 95%

O Festival Colombo possui espetáculos de teatro, música, saltimbancos, acrobatas e malabaristas, até sábado.

O descobridor Cristovão Colombo já chegou ao Porto Santo naquele que é um dos eventos mais reconhecidos do Festival Colombo. A ilha registou uma ocupação hoteleira de 95%, nesta iniciativa, a mais alta de sempre.

A sondagem obtida a 11 de setembro confirma uma subida dos 94,8%, que foi registada aquando da apresentação do Festival Colombo, para os 95,7% de ocupação hoteleira no Porto Santo.

A sondagem, diz a Secretaria Regional do Turismo e Cultura, é baseada na resposta de 10 empreendimentos turísticos, e corresponde a 1.264 quartos, que representam 83%da oferta turística do porto santo.

A chegada de Colombo foi um evento que serviu para “enriquecer e abrilhantar” o arranque de um cartaz que “tem vindo a crescer e a consolidar-se” ao nível turístico graças ao “investimento que tem vindo a ser feito pelo Governo Regional”, na sua realização, refere a Secretaria Regional, dirigida por Paula Cabaço.

O Festival Colombo possui uma série de atividades, entre as quais teatro, música, saltimbancos, acrobatas e malabaristas, até sábado.

 

Ler mais
Recomendadas

Comissão de inquérito às listas de espera arranca com audição ao Iasaúde

A comissão de inquérito arranca com as audições na segunda-feira. Já estão confirmadas as de Pedro Ramos, secretário regional da Saúde, a António Correia de Campos, antigo ministro da Saúde, à direcção clínica e conselho de administração do SESARAM, e ao presidente da Ordem dos Médicos da Madeira.

Deco aconselha a recusar o couvert se não pediu e não quer

A lei que regula as atividades económicas do comércio, serviços ou restauração está estabelece que “nenhum prato, produto alimentar ou bebida, incluindo o couvert, pode ser cobrado se não for solicitado pelo cliente”. Informa ainda que, uma vez colocadas as entradas solicitadas pelo consumidor na mesa, não podem ser trocadas ou devolvidas.

Madeira gasta 2,4 milhões para assegurar meio aéreo de combate a fogos

A Região Autónoma vai gastar 2,4 milhões de euros para assegurar, até 2022, o meio aéreo de combate a incêndios, no âmbito de um protocolado com a Força Aérea Portuguesa.
Comentários