Comércio e ‘commodities’ vão beneficiar os emergentes em 2018

Depois de o ano passado ter sido de ganhos, a recuperação da economia nos países emergentes deverá continuar. O Crédito y Caución alerta que há riscos, mas sinaliza os nove mercados que vão estar em destaque.

Costa Rica

O reforço do comércio global, as subidas nos preços das matérias, melhorias nas condições de financiamento externo e a adoção de reformas políticas estão entre os principais fatores apontadores pelo Crédito y Caución para que os mercados emergentes tenham tido um desempenho positivo em 2017. Para este ano, os analistas prevêem um fortalecimento da tendência.

“A nível agregado, o crescimento das economias dos mercados emergentes (EME) acelerou de 3,6% em 2016 para 4,4% em 2017. É esperado que as mesmas tendências fortaleçam o crescimento de 4,7% em 2018”, refere um relatório do Crédito y Caución.

“Enquanto o cenário geral para 2018 é mais otimista, os principais riscos ao outlook de 2017 continuam presentes este ano”, afirmam. Entre os principais fatores de incerteza, os analistas apontam a normalização da política monetária nos mercados desenvolvidos e o abrandamento da economia chinesa, “que poderá causar alguma volatilidade e incerteza nas empresas dos mercados emergentes”.

“Na identificação de mercados promissores neste ambiente é, por isso, mais importante que nunca considerar economias com um crescimento económico robusto e doméstico, com capacidade para lidar com choques externos”, acrescentam. Veja aqui os nove países emergentes sobre os quais o Crédito y Caución está mais otimista para 2018:

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