Confederação da Construção e Imobiliário critica Orçamento de Estado

As alterações nos impostos sobre imóveis são “ataque ao imobiliário”, diz a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), que realça ainda que o investimento público fica adiado.

Cristina Bernardo

As alterações nos impostos sobre imóveis são “ataque ao imobiliário”, diz a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), que realça ainda que o investimento público fica adiado.

A CPCI considerou que “a duplicação dos impostos sobre os imóveis proposta para 2017 é um ataque ao imobiliário”, referia-se à taxa adicional de IMI que será aplicada acima de 600 mil euros de património imobiliário (0,3%).

“O investimento público está adiado para 2018, não há referência praticamente ao plano estratégico de infraestruturas e transportes que era um compromisso até 2020”, disse o presidente da CPCI, Reis Campos, à agência Lusa.
Outra questão “é o imposto sobre o património imobiliário e a alteração da tributação no alojamento local, que praticamente duplicam este imposto [sobre imóveis] porque é mais do dobro do que era a carga fiscal até agora”, disse ainda.

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