PremiumConferência JE/Altice debate soluções para Alentejo não perder oito pessoas por dia

Criação de infraestruturas e diversificação de setores de atividade económica, bem como a ligação ao meio académico, são alguns caminhos apontados para travar saída diária de oito alentejanos.

Consequência direta do êxodo rural que ainda existe em Portugal, fruto de uma pressão social que valoriza as regiões do litoral em detrimento do interior, “o Alentejo está a perder oito pessoas por dia, dois terços do país”. Solução? Descentralizar para fixar população. Foi esta a conclusão principal, transversal à situação demografica e social de Portugal, que se pôde depreender da conferência “Inovação como Instrumento de Mudança no Mercado de Trabalho” – quarta do ciclo “Portugal Inteiro” -, organizada em conjunto pelo Jornal Económico e Altice Portugal, e que decorreu nesta segunda-feira, 18 de novembro, na Universidade de Évora.

O alerta para a perda diária de oito pessoas partiu do presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, cuja intervenção foi um apelo ao repensar do ordenamento e ao estímulo de uma economia diversificada como resposta às mudanças no mercado laboral, que também condicionam a evolução de regiões interiores como o distrito de Évora.

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