Confiança dos consumidores volta a aumentar em junho

O saldo das expectativas relativas à evolução da situação económica do país aumentou em junho, após ter diminuído ligeiramente no mês precedente, revela esta quinta-feira o INE.

O indicador de confiança dos consumidores portugueses aumentou entre abril e junho, depois de ter diminuído nos cinco meses anteriores, revelam os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), esta quinta-feira.

O indicador de clima económico aumentou em junho, após ter diminuído no mês anterior. Em junho, os indicadores de confiança aumentaram na indústria transformadora, na construção e obras públicas e nos serviços, tendo apresentado uma estabilização no comércio.

O saldo das expectativas relativas à evolução da situação económica do país aumentou em junho, após ter diminuído ligeiramente no mês precedente, revelam os mesmos dados do gabinete de estatística.

A confiança na construção e obras públicas aumentou em junho, suspendendo o perfil descendente apresentado desde fevereiro do presente ano. “A evolução do indicador refletiu o contributo positivo das perspetivas de emprego, tendo as apreciações sobre a carteira de encomendas contribuído negativamente”, afirma o INE.

O indicador de confiança da indústria transformadora também apresentou um aumento em junho, interrompendo o movimento descendente que se tem observado desde janeiro de 2018. “O comportamento do indicador deveu-se ao contributo positivo de todas as componentes, opiniões sobre a evolução dos stocks, apreciações sobre a procura global e perspetivas de produção”, destaca.

No comércio, o indicador de confiança estabilizou em junho, após ter diminuído entre março e
maio. Esta estabilização refletiu o contributo positivo do saldo de opiniões sobre o volume de vendas e o contributo negativo das perspetivas de atividade.

Os serviços também viram o índice de confiança subir durante os últimos dois meses, após uma diminuição em março e abril. “O comportamento do indicador resultou do contributo positivo das apreciações sobre a atividade da empresa e sobre a evolução da carteira de encomendas, tendo o saldo das perspetivas sobre a evolução da procura contribuído negativamente”.

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