Costa apela a esforço conjunto entre países para criar confiança nos destinos turísticos e a cumprimento de regras sanitárias

O primeiro-ministro reforçou que os países não devem estar numa lógica de competição, a não ser para promoção dos respetivos destinos. O governante sublinhou que na luta contra a Covid-19 a segurança das pessoas está em primeiro lugar. Costa pediu que se evite grandes concentrações e a que a população aguente este esforço, no combate a esta doença, mais um pouco.

O primeiro-ministro, António Costa, apelou ao estados membros no sentido de não existir concorrência porque com isso minam a confiança a confiança do mercado.

“Se houver sentimento geral de insegurança as pessoas ficam em casa. Os países não devem estar numa lógica de competição, a não ser para promoção do destino”, disse António Costa, em declarações à RTP, na chegada à Madeira, onde está para assinalar o 10 de junho, dia de Portugal e das Comunidades Portugal.

O governante apelou a que não se desvalorize a Covid-19, alertando que ainda não se sabe os efeitos que esta doença pode provocar a longo prazo.

António Costa considerou que em primeiro lugar está a segurança das pessoas e apelou a que se evite grandes concentrações e a que se aguente este esforço mais um pouco.

“Também estou a ficar cansado. As faixas etárias em que a doença é mais severa já estão protegidas pela vacinação, mas as outras faixas etárias continuam a ser transmissoras”, explicou.

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