Diretor executivo de tecnologia da Microsoft escolhido por Siza Vieira para a Transição Digital

O gestor da Microsoft Portugal foi o nome escolhido pelo ministro Pedro Siza Vieira para ocupar a nova secretaria de Estado, que terá como função dar à tecnologia um papel ativo na simplificação de processos.

O diretor executivo de tecnologia da Microsoft Portugal, André de Aragão Azevedo, vai ser o novo secretário de Estado da Transição Digital. O gestor da Microsoft Portugal foi o nome escolhido pelo ministro Pedro Siza Vieira para ocupar a nova secretaria de Estado, que terá como função dar à tecnologia um papel ativo na simplificação de processos.

Num comunicado enviado às redações, André de Aragão Azevedo identifica como principal desafio enquanto secretário de Estado da Transição Digital “assegurar que a tecnologia pode cumprir o seu papel de acelerador da transformação digital das empresas e da economia, num quadro regulatório em constante mudança, devido à entrada em vigor do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), em maio próximo”.

“Sabemos que os desafios de um mundo cada vez mais digital vão muito além da tecnologia, tendo impacto direto na vida e direitos dos cidadãos e obrigando a uma permanente adaptação e acompanhamento do quadro regulatório. Cada vez mais importa saber interpretar uma mensagem, ter a capacidade de a transmitir de forma clara e simples e agir em conformidade”, afirma André de Aragão Azevedo.

Licenciado em Economia, pela Universidade de Lisboa, André de Aragão Azevedo. Fez parte do segundo Governo de José Sócrates (de 2009 a 2011), enquanto chefe de gabinete da ministra Ana Jorge, que tutelava na altura a pasta da Saúde. Em 2012, foi para a Microsoft Portugal, onde se manteve até agora.

Começou por estar responsável pelas ofertas na área da saúde na Microsoft Portugal e foi nomeado, em janeiro do ano passado, diretor executivo de tecnologia da empresa. André de Aragão Azevedo estava responsável “pela promoção da tecnologia como fator de transformação das empresas e organizações nacionais”. No ano passado, desafiou o ministro das Finanças, Mário Centeno, a entregar o Orçamento do Estado para 2019, sem “pen”, através da “cloud” (nuvem).

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