PremiumECM quer renovar imagem da icónica Laranjada

Regressados da Venezuela sustêm queda das vendas e atenuam efeitos do coronavírus. Exportações para a Europa continuaram apesar da pandemia.

A Empresas de Cervejas da Madeira (ECM) tem em marcha um plano que visa a mudança de imagem da icónica Laranjada em 2022. O objetivo passa por dar um novo ar à marca e projetá-la para outros patamares. Nos planos da empresa está também o investimento num novo armazém no Porto Santo.

“Para 2022, vamos tentar dar à Laranjada a imagem e a personalidade que ela merece por tudo o que já fez pela empresa e pela economia da Madeira. Acho que merece um rejuvenescimento, abrindo um pouco o véu. Talvez até voltando aos tempos iniciais, ainda que com a modernidade que as coisas têm. A Laranjada tem 148 anos, é mais antiga que a Coca-Cola, e resiste no tempo, porque mantém a qualidade do produto. Pessoas de todas as idades consomem a Laranjada. Por volta de 1995 a ECM pensou em acabar com a Laranjada. A reação das pessoas, nos jornais, nas entrevistas, em todos os momentos, foi contra essa ideia, talvez mesmo idiota, de acabar a Laranjada. A empresa suspendeu a ideia, e graças a Deus que os fãs tiveram essa iniciativa. Foi mudado o rótulo e a garrafa, e hoje a marca tem uma dinâmica muito boa”, explica Miguel de Sousa, presidente do conselho de administração da ECM.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor. Edição do Económico Madeira de 2 de outubro.

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