EDP entre as 157 grandes empresas que assinam carta para líderes europeus a pedir reforço de metas ambientais

Além da EDP, outras empresas como Unilever, Microsoft, Ikea, Deutsche Bank, H&M, Google, EDF ou Efacec, e mais 21 redes e associações empresariais subscrevem esta carta.

Os governantes europeus são os principais destinatários de uma carta-compromisso subscrita por mais de 150 líderes de grandes empresas e investidores, incluindo a EDP, a pedir valores mais elevados na definição das metas ambientais.

Além da EDP, outras empresas como Unilever, Microsoft, Ikea, Deutsche Bank, H&M, Google, EDF ou Efacec, e mais 21 redes e associações empresariais subscrevem esta carta.

A carta, segundo um comunicado da EDP, foi entregue esta terça-feira, 15 de setembro, e elenca várias propostas, entre as quais se destaca o apelo aos dirigentes da União Europeia (EU) para apoiarem a ambição estabelecida no Acordo Verde Europeu (Green Deal) e a redução das emissões de gases de efeito de estufa em pelo menos 55% até 2030.

A revelação do documento acontece na semana em que a Comissão Europeia se reúne para discutir propostas para as novas metas de emissões até 2030 e na véspera do discurso sobre o Estado da União previsto para esta quarta-feira, avança a empresa liderada por Miguel Stilwell d’ Andrade em comunicado.

“O que precisamos urgentemente de contemplar a seguir é uma implementação ambiciosa do pacote de recuperação focado em alcançar uma transição verde e digital, com o Acordo Verde Europeu no seu núcleo e tendo em vista uma elevada meta de redução de emissões de curto prazo”, destaca a carta conjunta dos líderes empresariais.

Miguel Stilwell de Andrade, CEO interino da EDP, refere na nota enviada às redações que “a ciência climática e a sociedade civil estão totalmente de acordo – precisamos de uma ação mais célere sobre as alterações climáticas a partir de agora. A orientação regulamentar definida pela UE proporcionou um enorme crescimento em áreas como as energias renováveis e devemos manter a dinâmica da política se quisermos registar mudanças semelhantes em áreas como os transportes, o aquecimento e a indústria pesada. Vamos apoiar os decisores políticos em cada etapa do caminho para um mundo neutro em carbono em 2050.”

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