Empreendedores e freelancers podem trabalhar na Avenida da Liberdade por 30 euros diários

O Work Avenida é composto por salas de trabalho, de reunião, lounge de negócios – que pode ser utilizado para eventos à parte –, terraço, despensa, gaveta de arquivo, cadeiras ergonómicas, copa e cozinha.

As pequenas empresas e freelancers que ainda estejam à procura de um local confortável para trabalhar no centro de Lisboa têm um novo espaço partilhado chamado Work Avenida que está oficialmente pronto para os receber na Avenida da Liberdade, depois de ter sido inaugurado em julho.

O co-work ocupa o número 262 da Avenida da Liberdade, ao lado da antiga redação do “Diário de Notícias”, num piso térreo de um edifício de 1908, e combina uma decoração moderna com a arquitetura clássica com a qual foi construído.

Composto por salas de trabalho, de reunião, lounge de negócios – que pode ser utilizado para eventos à parte –, terraço, despensa, gaveta de arquivo, cadeiras ergonómicas, copa e cozinha, o Work Avenida tem capacidade para receber, no máximo uma comunidade de 25 empreendedores residentes.

Os preços variam entre os 30 euros diários para o co-work flexível e começam nos 800 euros mensais para os escritórios privados com os serviços comuns disponíveis e podem ir até aos 1.200 euros. É também possível utilizar uma sala de reuniões apenas para algum encontro ou apresentação por, pelo menos, 40 euros/hora (+IVA).

Segundo os proprietários, o objetivo é atrair um grupo “de amantes de Lisboa e defensores da autenticidade do património português”. Por isso, o Work Avenida – que conta com a Claus Porto, a Baobab e a Companhia Portugueza do Chá como primeiras parceiras – “seleciona os seus residentes em diferentes áreas, garantindo uma atmosfera empreendedora e criativa, sempre com sentido de cultura e de mundo”, referem.

A primeira ‘inquilina’

Sancha Trindade é a primeira empresária a ocupar um espaço de trabalho partilhado fixo no Work Avenida, o que levou os gestores do espaço a considerarem-na uma espécie de “embaixadora”. A autora e responsável pelo websiteA Cidade na ponta dos dedos” vai relançar a sua marca no primeiro trimestre de 2020. “Os anos foram passando e tornou-se necessário um novo posicionamento estratégico. Fazia sentido começar neste sítio, e quero utilizá-lo para os futuros eventos da minha marca”, explicou ao Jornal Económico a consultora, que escreveu crónicas e artigos publicações como “Expresso”, “GQ Portugal”, “Vogue Online”, “Fora de Série”, “Condé Nast Traveler” e “Vanity Fair”.

Notícia atualizada a 26-11-2019

Ler mais
Recomendadas

Confederações patronais querem alargar a mais PME taxa reduzida de IRC

Atualmente beneficiam desta taxa reduzida de IRC as empresas com matéria coletável até 15 mil euros e as duas confederações vão propor que esse limite suba para os 50 mil euros já no Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).

Margarida Corrêa de Aguiar: “Os PPR Pan-Europeus serão o novo produto de poupança”

“A menor generosidade dos incentivos, a queda da taxa de poupança e a ausência de oferta estruturada de poupança” explica a reduzida penetração de produtos de seguros nas poupanças das famílias, explicou a presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.

Vista Alegre conclui aumento de capital com procura de 147% da oferta

O aumento de capital foi realizado através de um processo de accelerated bookbuilding foi concluído, tendo a VAA garantido um encaixe de 15,24 milhões de euros. Esta operação surge dias depois da Vista Alegre ter concluído uma emissão obrigacionista, que lhe permitiu pagar empréstimos à banca.
Comentários