Decorre esta quarta-feira, 3 de outubro, o Congresso Empresarial do Oeste nas Caldas da Rainha. O evento, que arranca às 10:00 e se prolonga até as 17:00, conta com plenários que contemplam o debate sobre a definição e políticas públicas no futuro empresarial e do empreendedorismo do Oeste.
Na sessão vão participar vários empreendedores e oradores, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Oeste, Pedro Folgado, e o Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, que presidirá ao encerramento do Congresso.
Durante o Congresso vai haver um foco na estratégia do Oeste para setores económicos vitais na região, nomeadamente o setor agroalimentar, economia do mar, indústria, comércio e serviço e turismo. Mantendo sempre como ponto principal a sustentabilidade económica, social e ambiental.
Em conversa com o Jornal Económico, Ana Maria Pacheco, responsável pela Federação das Associações Empresariais do Oeste, revelou que os objetivos deste evento são os de abrir as portas aos jovens e sublinhou a importância de haver uma ”maior notoriedade, eficácia e influência pragmática nas decisões e legislações futuras”.
Maria Pacheco realça a importância da presença de jovens empreendedores neste Congresso pois ”é importante falar sobre o futuro” e ter discussões que sejam ”mais abrangentes possível” para a geração seguinte. ”Empreendedores ou não os jovens serão quem decidirá no futuro e o conhecimento das realidades concretas do dia a dia empresarial e o diálogo que daí possa surgir só poderá enriquecer ambas as partes.”, revelou ao semanário.
Relativamente ao programa, tem cinco painéis que vão desde a inovação no setor agroalimentar e mar ao turismo e desafios de sustentabilidade à definição de políticas publicas no futuro empresarial e do empreendedorismo no Oeste. Maria Pacheco classifica os painéis como ”um espelho dos setores e haverá comunicações de muitos empresários e responsáveis pela definição das politicas públicas no futuro empresarial e do empreendedorismo no Oeste” não faltando a ”oportunidade para debate”, rematou.
”A volatilidade dos mercados e a necessidade de inovação constante, além dos custos da energia e carga de impostos superior à concorrência de outros países” são alguns dos desafios que as empresas do Oeste enfrentam, segundo a responsável.
No fundo, com este Congresso, espera-se desenvolver o empreendedorismo e a economia de região e também o debate. Maria Pacheco sublinha que o estado da economia da região é ”positivo,variando naturalmente de sector para sector ,mas poderá ser ainda ainda melhor reduzindo algumas burocracias e reforçando o apoio à internacionalização já existente.”
